Música do dia #295

295 de 365 – Só tinha de ser com você

Hoje eu amanheci zen, com amor no coração. Por isso, bossa nova é uma ótima escolha para começar este domingo nublado!

Artista: Elis Regina e Tom Jobim

Álbum: Elis & Tom (1974)

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Filme da semana: A vida secreta das abelhas

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Então, assisti este filme pela primeira vez assim que foi lançado, lá em 2008, e gostei muito. Muito mesmo. Eu gosto de filmes com teor dramático (acho que isso fica perceptível pela lista que cresce a cada semana) e, por isso, resolvi revê-lo depois da identificação e recente redescoberta dos trabalhos da Alicia.

Enfim, li algumas coisas depois de assisti-lo e percebi que existem pessoas muito exigentes, muito críticas. Digo isso porque o filme recebeu algumas críticas negativas e eu, sinceramente, não vejo motivo. Como já disse algumas vezes, gosto de cinema, de música, de cultura pop em geral e não necessariamente sou crítica especialista nestas áreas. Eu compartilho e escrevo sobre o que gosto e da maneira que sinto. Portanto, segue o que achei.

Trata-se da história de Lily (Dakota Fanning), uma garota que, após uma tragédia, perde a mãe e é criada pelo pai, T. Ray (Paul Bettany), com o auxílio da empregada – negra – Rosaleen (Jennifer Hudson). Lily é muito apegada às lembranças da mãe, que guarda em uma caixinha.

O ano é 1964 e a tensão racial é extrema nos Estados Unidos. Em meio à luta por direitos, os negros se vêem em constante batalha contra os brancos.

No dia do aniversário de 14 anos de Lily, Rosaleen resolve levá-la até a cidade. No caminho, elas encontram um grupo de homens brancos que, não tolerando a “esperteza” de Rosaleen a agridem, e ela acaba sendo presa.

Ao chegar em casa, Lily entra em conflito com o pai e foge. Ela busca Rosaleen, que neste momento estava no hospital, passando por cuidados médicos, em decorrência das agressões.

As duas, então, partem rumo a cidade de Tiburon onde, Lily acredita, poderá encontrar as respostas que tanto procura sobre a vida de sua mãe.

Chegando à cidade, ela vai até a casa de August (Queen Latifah), uma apicultora que é, também, a mais velha das irmãs Boatwright – que inclui May (Sophie Okonedo) e June (Alicia Keys) –,onde conseguem trabalho e abrigo.

Em meio as descobertas e transformações que acontecem, muitas revelações vão surgindo o que altera, aos poucos, as vidas dos envolvidos nesta trama que é deliciosa e triste, e que, ao mesmo tempo, nos leva a refletir sobre amadurecimento, família, amizade e orgulho.

A trilha do filme é foda (já ouviu a música de hoje?) e o elenco, como você pode ver, é excepcional!

Ah, uma última informação: o filme é baseado no livro homônimo, lançado em 2002 e escrito pela norte-americana Sue Monk Kidd.

☺♥

***

Filme: A vida secreta das abelhas (The secret life of bees)

Direção: Gina Prince Bythewood

Ano de lançamento: 2008

Dia 42

Eu sou desapegada.

Quer dizer, não dos meus livros, discos, séries, mas acho que sou, de certa forma, desapegada de pessoas.

Talvez, por isso, tenha perdido amizades

Mas, se as perdi, era porque no fundo não valia a pena, né?

E hoje tenho os amigos que deveria ter.

Eles me conhecem exatamente como sou e, acredito, me aceitam dessa forma.

Obrigada, aos que permanecem, mesmo em datas esporádicas, nesta nossa amizade sempre blindada pelas redes sociais.

Sad but true.

Voltando,

Eu sou egoísta?

Eu sempre preferi ficar sozinha.

Às vezes eu me impressiono que me casei.

Divido minha vida todos os dias com a mesma pessoa, que é muito diferente de mim.

Ele gosta de sol, calor, água, esportes, futebol na TV.

Eu gosto de chuva, frio, bicicleta ergométrica, séries e filmes no Cinema.

Por isso meu novo hábito é visitar as salas de tela grande sozinha.

Me concentro mais.

Mas, dizem, que os opostos se atraem.

Estamos seguindo.

E muito bem, na maioria das vezes.

Afinal de contas, gostamos de pizza, pão de queijo e filmes de terror.

Voltemos ao desapego.

Nunca fui muito de ligar, procurar, propor um jantar entre amigos.

Sempre tive, e ainda tenho, pânico das interações sociais.

No fim das contas, talvez, seja culpa da timidez.

Introspecção.

E, ainda, talvez, por isso, nunca tomei muitas iniciativas.

Apenas quando criança.

Mas criança é um ser isento e desprovido de qualquer radicalismo ou pretensão.

Elas apenas são.

Mas, depois de um tempo, apenas ser não é suficiente.

Ser.

Questão filosófica.

Uma das primeiras lições do curso de Comunicação é:

– Você só é depois que o outro lhe vê e refere-se a você.

Sad but true.

Ser apenas a partir do outro é uma triste sina.

Só existimos depois do primeiro tapa seguido de choro.

Choro.

A vida é só essa.

 

 

Música do #289

289  de 365 – Sorry not sorry

Iei. Wow. Quando em minha vida eu imaginei fazer esta indicação? Nunca, jamais e nesta semana eu estou me surpreendendo e surpreendendo que me conhece. Primeiro porque ontem e indiquei uma música do projeto Xeque-Mate da Anitta. Para mim foi surpreendente porque eu não aprecio as músicas funkeadas de Anira, mas gostei muito desta nova proposta. E, neste fim de semana, resolvi escutar o disco novo da Demetria Devonne Lovato, também conhecida como Demi Lovato. E gostei. Achei bem interessante. Mas, talvez, o disco tenha me pegado um pouco por conta do estilo que ela escolheu para este novo trabalho (eu não conheço nenhum dos outros, logo, estou falando com base exclusivamente desta nova produção): uma pegada bem R&B, bem black, bem boa. Então, é isso. Não tenho uma música preferida, vou ouvi-lo outras vezes, não consigo categorizar, mas é bom prestar atenção nesta produção. 🙂

Artista: Demi Lovato

Álbum: Tell Me You Love Me (2017)

 

 

 

Música do dia #288

288 de 365 – Will I See You

Então, dia desses estava eu ouvindo a seleção semanal que o Spotify sempre prepara para minha pessoa e quando eu ouvi esta música gostei imediatamente e me surpreendi, positivamente, quando vi quem era: Anira HAHAHA. Anitta participa desta produção do norte-americano Poo Bear, que faz parte do projeto Xeque-Mate em que a cantora lança uma música por mês. E eu acho muito que ela deveria continuar nesta vibe. 🙂

Artista: Poo Bear (Feat. Anitta)

Álbum: – (2017)