Disco da Semana: Purple Rain

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No próximo sábado (21), a morte de Prince completa dois anos. Por isso a indicação de disco de hoje é dele. E esta é uma tarefa extremamente difícil, porque Prince foi um artista muito prolixo, ele produziu muitas músicas e, por consequência, muitos discos.

Foram 39 discos.

Por conta disso, escolhi o que de fato eu mais conhecia, e que talvez seja o mais popular: Purple Rain. Que foi trilha de filme de mesmo e que tinha Prince no papel principal.

purple rain movie

O artista, que era reconhecido por suas performances inflamadas, era dos mais versáteis. Multi-instrumentista, também produzia, compunha e, claro, cantava.

Então, vamos a Purple Rain.

O disco foi lançado em 1984 e até hoje é um dos mais aclamados da discografia do artista. Não à toa, Prince foi reconhecido em todo o mundo por conta desta produção, que vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo todo. É um disco pop, com uma sonoridade que agrada a muitos públicos.

A principal música de destaque, claro, é Purple Rain. Outras músicas também podem ser destacadas como Let’s Go Crazy, que abre o disco, apresentando o excelente guitarrista que foi Prince. When Doves CryTake Me With You também são destaques. Gosto muito de The Beatiful Ones, também. Alias, é difícil fazer indicação de músicas, já que todas elas teriam sido ótimos singles.

Por desta produção, Prince ganhou o Oscar de Melhor Trilha de Canções Originais, em 1985. O interessante é que depois dele nenhum outro artista recebeu o prêmio.

Uma curiosidade: a música Darling Nikki, que fala abertamente sobre o comportamento sexual de uma mulher, não foi bem recebida pelo congresso americano, em especial pelo congressista Tipper Gore. A letra explícita da música deu origem ao selo “explicit lyrics”, que aparece em diversos discos hoje em dia.

Ouça Purple Rain:

► Álbum • Purple Rain

► Artista • Prince

► Ano de Lançamento • 1984

► Composições • Prince, Dr. Fink, John Nelson, Wendy & Lisa

► Produção • Prince e The Revolution

► Gravadora • Warner Bros. Records

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Dia 68

as vezes acho que fico voltando sempre aos mesmos assuntos, mas esta é minha cabeça tentando entender certas coisas.

o tempo. o que é? o que busca nos revelar?

o que podemos controlar do tempo?

para esta última pergunta a resposta é: nada.

não controlamos o tempo, ele nos controla.

ele dá as cartas e nós vamos seguindo, tentando aproveitá-lo da melhor maneira possível.

quando alguém diz não perca tempo talvez esteja se referindo ao fato de não fazermos escolhas erradas, escolhas que futuramente podem trazer sofrimento e, talvez, a perda de um tempo que poderia ter sido dedicado a algo realmente importante, para cada um, na verdade.

então, como saber que estamos fazendo escolhas certas e não desperdiçando um tempo que pode fazer falta no futuro?

não sabemos. ou podemos saber, basta seguir o que está dentro (da cabeça ou do coração. lembra do dia 67?)

o tempo.

ainda falarei muito sobre ele.

e espero não perdê-lo.

Música do dia #473

#473 • Too late for lullabies • 

Confesso que nunca prestei muita atenção na carreira de James Morrison. A única música que conhecia, acho, era Broken Strings, um dueto com Nelly Furtado. E para mim estava ok. Mas aí na semana passado o Spotify colocou esta música na minha lista de descobertas da semana e eu fiquei feliz, porque é realmente uma música muito boa, do tipo de música que eu gosto.

Então, compartilho com você. ☺

• Arista • James Morrison

• Álbum • Higher Than Here (2015)

Música do dia #470

#470 • Make me feel • 

Janele Monáe é uma das boas e interessantes vozes que surgiram nos últimos tempos. É bem claro a influência de Prince – sobretudo no refrão – nesta música que faz parte de seu novo álbum, que será lançado em breve, no dia 27 de abril. Parece que a influência não é à toa, já que Prince teria participado da produção do disco.

• Artista • Janele Monáe

• Álbum • Dirty Computer (2018)

Música do dia #469

#469 • Meu mundo e nada mais • 

Essa música bate lá no fundo e ao mesmo tempo que traz um sentimento feliz e nostálgico, ela me dá certa tristeza, talvez pelo mesmo sentimento de nostalgia. A letra é mesmo triste. É uma belíssima composição de Guilherme Arantes e ocupou o 87º lugar na lista da RSB.

Presente no primeiro disco solo de Guilherme Arantes, lançado em 1976, essa canção é uma aula de como um artista brasileiro pode se valer de influências estrangeiras tão distintas, como rock progressivo.” (Revista Rolling Stone Brasil, ed. 37, outubro de 2009, p. 126).

• Artista • Guilherme Arantes

• Álbum • Guilherme Arantes (1976)

Filme da Semana: Para Sempre

para sempre

Imagine você, ter uma vida estabelecida, num casamento feliz, lotada de planos e, de repetente, acordar e não se lembrar de nada disso.

É exatamente isso que acontece com Paige (Rachel McAdams) em Para Sempre.

Ela e Leo (Channing Tatum) estão juntos há quatro anos e, numa noite voltando para casa, eles sofrem um acidente. Ela passa alguns dias em coma e, quando acorda, não consegue se lembrar do marido e da vida que levavam juntos.

O desafio para ele, a partir deste momento, é fazer com que Paige volte para sua rotina. O problema é que ela se lembra apenas da vida que levava junto aos pais e sua última referência de amor é seu ex-noivo.

Ela volta a se relacionar com sua família, para uma rotina até então desconhecida por Leo e, este retorno, traz à tona alguns problemas familiares.

É um filme de amor, água com açúcar e, apesar da grave situação da protagonista, é um filme leve.

Junte pipoca, lenços (talvez) e assista Para Sempre.

O filme é baseado em uma história real.

***

Filme • Para Sempre (The Vow)

Diretor • Michael Sucsy

Ano de lançamento • 2012