Carona!

Sim. As vezes aparecem oportunidades em nossas vidas que nós: ou aproveitamos para sair da zona de conforto ou continuamos de boas na zona de conforto fazendo a mesmo coisa sem ter nenhum desafio a enfrentar. Ontem eu escolhi a primeira opção.

Eu sou formada em Jornalismo. Então, de certa forma, todos os meus trabalhos envolvem mostrar ao mundo um pedaço da realidade, seja ela qual for. Seja escrevendo textos institucionais no trabalho, seja gravando novas etapas na vida das pessoas, como no caso dos vídeos sociais (casamentos, aniversários, etc.), seja compartilhando por meio deste blog o que penso e o que gosto. É assim.

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Quando, há pouco mais de um mês, o diretor e roteirista Alisson Resende, da página Pipoca de Ouro, me convidou para participar do projeto de seu próximo curta-metragem achei uma ideia fantástica. Seria uma ótima oportunidade de experimentar novas formas de produção audiovisual. Nunca pensei em trabalhar com ficção, mas ontem senti a adrenalina de como podem ser estas produções.

Fotos Making Of: Cristiane Silva

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Fomos, todos nós: Alisson, Cristiane, Guilherme, Daniela, Júlio e eu, na coragem para fazer um filme com nenhuma grana e com toda a vontade do mundo. Foram muitos os desafios ao longo do dia. No fim, foi lindo. Deu tudo muito certo.

Após quase sete horas de gravação e backups feitos, tivemos a certeza de que fizemos o melhor; trabalhando com o que gostamos e desafiando a nós mesmos e nossos limites.

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Depois do susto!

Aprendi muito e estou ansiosa para começar as edições e mostrar para o mundo o que nós fizemos aqui, nesta cidade do interior de Minas, com quase nada. O resultado vai ser muito, com certeza. Carona melhor que esta, impossível!!

http://picasion.com/
🙂

Friends X How I Met Your Mother

Eu e as séries da minha vida (parte 2)

Antes tarde do que nunca! 🙂

Então, como prometido neste post, escrevi um pouco sobre algumas semelhanças que percebi em Friends e How I Met Your Mother. Confesso que, quando resolvi escrever, estava tranquila e segura desta minha ideia, mas depois fiquei com medo, sério, porque eu participo de alguns grupos no Facebook (trabalho, música, séries) e isso inclui um sobre Friends e outro sobre HIMYM e, se tem uma coisa que sempre gera briga, discussão, expulsão de grupo são estas comparações. Portanto, antes de mais nada, são só alguns apontamentos de algumas coisas que eu percebi. Amo as duas séries (um pouco mais de How I Met… ❤ ) mas as duas são fodas, portanto, mantenha a calma se você é muito fã de uma delas. Este texto é sua uma distração (e os acontecimentos não seguem ordem de aparecimento na série, segue mais a ordem em que fui me lembrando mesmo).

Antes de mais nada: ALERTA SPOILLER (se você ainda não assistiu uma das séries, não continue).

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No fim das duas séries aparece este elemento.

FRIENDS: Rachel consegue um trabalho em Paris e só não vai porque o amor resolveu chamá-la de última hora. Confesso que fiquei com raiva do Ross, né?

HIMYM: Lilly também tem uma oportunidade de trabalho em Paris, mas no mesmo momento Marshall recebe uma oportunidade de se tornar Juiz.

Barney e Joey:joey_barney_friends_how_i_met_your_mother_loucuras_intrepidas

Bem, os personagens enxergam as mulheres apenas como um pedaço de carne ou como uma distração qualquer. Joe até parece se apaixonar por Rachel (na verdade eu nem entendi o motivo desse elemento aparecer na série, não fez muito sentido). Já Barney, mulherengo desde sempre, se entregou ao amor de Robin. Mas, como nós sabemos, não deu muito certo. Ele se divorciou e ficou com 31 mulheres em 31 dias. Uma delas engravidou e, após o nascimento da filha, parece que o cara demonstrou mudança. Será?

Ponto de encontro:central_perk_mclarens_friends_how_i_met_your_mother_loucuras_intrepidas

Além dos apartamentos (Mônica e Ted), os amigos se encontram em locais externos e próximos ao ambiente onde vivem: Central Perk, um café, e MacLaren’s, um bar. Queria muito saber como eles conseguem tempo para trabalhar e ainda viverem num bar ou café o tempo todo. 🙂

New York, New York:new_york_friends_how_i_met_your_mother_loucuras_intrepidas

As duas séries homenageiam e nos apresentam esta incrível metrópole norte americana. Na minha opinião, a cidade aparece mais em HIMYM do que em Friends.

Robin e Mônica:

A duas personagens da série não podem ter filhos. A diferença é que Mônica se casa e adota gêmeos, já Robin nunca quis ter filhos. Mas, após o divórcio e a reconciliação com Ted, ela acabou se tornando madrasta dos filhos dele. ❤

Ted e Ross:ross_ted_friends_how_i_met_your_mother_loucuras_intrepidas

Os dois personagens passam por problemas relacionados ao trabalho e depois se encontram trabalhando em uma universidade. Os dois se tornam professores.

O Fim:ted_robin_friends_how_i_met_your_mother_loucuras_intrepidas

Bem, muita gente não gostou do fim de HIMYM mas, pra mim, fez todo o sentido. Foi lindo, emocionante, chorei horrores. Em momento algum foi dito que a mãe seria o último, ou o primeiro, amor de Ted e, sim, se tratava de como ele havia a conhecido e os roteiristas souberam tratar disso de forma genial. Amo demais e não vejo a hora se ser lançado um box com legenda em português ❤ Ted e Robin, muito amor!!!

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Já Friends continuou da mesma forma de quando começou. Os personagens evoluíram, foi isso que aconteceu. Não teve nenhuma grande surpresa. Chandler e Mônica se mudaram com o filhos para o subúrbio, mas reservaram um quarto para o Joey, o que significa que ele continuou mais lá do que no apartamento dele. Mesmo ganhando muito dinheiro fazendo a novela, ele continuava assaltando a geladeira da Mônica todos os dias. Sempre muito dependente. Eles, com certeza, continuaram se encontrando nos fins de semana e ação de graças. Agora, sacanagem foi o Ross atrapalhar a carreira da Rachel e as inúmeras experiências que a filha dele poderia ter vivido em Paris. Mas, quem sou eu pra falar qualquer coisa, né?

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Então galeras, a lista é curtinha, na verdade fui vendo as semelhanças na medida em que eu assistia Friends. Terminei de assisti-la há uns três meses mais ou menos. E, apesar de ter assistido HIMYM duas vezes, confesso que não me lembro de muitos detalhes. Com toda certeza do mundo, existem zilhões de outras semelhanças mas como eu resolvi escrever sem ter lido nenhuma referência, só consegui perceber estas.

 

Ps.: Estou assistindo Gilmore Girls novamente e preparando um textinho do coração sobre esta que é a melhor de todas.

=D

Amy

They tried to make me go to rehab and I said, no, no, no…

Estas foram as primeiras palavras que eu ouvi vindas da voz de Amy Winehouse. Desde a primeira audição, esta voz me impactou profundamente. Mais tarde, fui procurar outras músicas desta artista até então desconhecida por mim. Na busca, conheci Valerie. Dali em diante eu nunca mais deixaria de ouvi-la. O ano era 2010, se não me engano. Quando comecei a observá-la mais de perto, percebi que a angústia e a tristeza descritas nas letras de algumas de suas músicas eram muito mais reais. O sofrimento de Amy era intenso e tudo ficou muito claro após o lançamento do documentário sobre sua vida, lançado em 2015.

Amy inspirou muitas cantoras. Amy inspirou a moda. Infelizmente, muitas pessoas, da mídia, sobretudo, se esqueceram de tudo de bom que a Amy nos ofereceu e focaram, principalmente, no que acontecia em sua vida particular. Se ela bebia, se usava drogas, deveria ser problema dela. Como o foco da mídia, depois de um tempo, passou a ser este principalmente, Amy se entregou e desistiu daquilo que a fez ser conhecida e que nos fazia tão bem: a música.amy_winehouse_loucuras_intrepidas_isabella_marques_5_anos_de_morte (1)

I didn’t get a lot in class, but I know we don’t come in a shot glass

Naquele 23 de julho de 2011, estava eu deitada no meu quarto, assistindo ao noticiário da tarde. Quando apareceu aquela notícia, aquele anúncio eu não acreditei. Sério. Fiquei muito triste, como nunca havia ficado com a morte de um artista.

Naquele dia, chorei, troquei foto de perfil e fiquei pensando em toda a imagem negativa que havia sido divulgada sobre aquela menina. Ninguém ajudou e, mais uma vez, o foco se voltava para a vida privada e o que falavam sobre sua morte ainda era triste.

Amy foi a maior voz que apareceu na primeira metade do século XXI. Não me canso de ouvir as músicas dos dois únicos discos lançados por ela. Não me canso de vê-la em apresentações. Nunca me cansarei de Amy.

I don’t ever wanna drink again 
I just, ooh, I just need a friend
I’m not gonna spend ten weeks
Have everyone think I’m on the mend

 

Hoje, dia 23 de julho de 2016: 5 anos sem Amy Winehouse.  ;(

 

Eu e meu novo pôster

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(Foto: André Camargos)

Demorou, mas aqui estou eu com os meus quadrinhos lindos do coração, que ganhei na promoção do blog Par de Copas em parceria com a loja Lobo Mau PostersOs correios até tentaram tirar minha felicidade, mas não conseguiram. As molduras da Art Cuadro deixaram meus pôsteres ainda mais bonitinhos.  

O meu escolhido foi o da Amy Winehouse e ficou pronto na semana certa. O pequeno foi um mimo lindo que, claro, também mereceu uma moldura.

Obrigada ao Par de Copas e a Lobo Mau Posters. 🙂

Em breve postarei fotos dos dois em minha parede haha ❤

Ps.: Clique em todos os hiperlinks e acompanhe os trabalhos do blog e da loja.

Rock Movies

Hoje, dia 13 de julho, é dia do rock. Eu, como amante da boa música, não poderia deixar esse dia passar em branco aqui no blog. Por isso, resolvi listar alguns filmes que tem como parte central a música e, claro, o bom e velho rock and roll. Os filmes estão listados por ordem aleatória.

Antes da lista, um pequeno parágrafo sobre meu primeiro emprego 🙂 >> Quando eu tinha 18 anos, recém saída do ensino médio, comecei a trabalhar, no que foi o meu primeiro emprego. E foi um emprego dos sonhos. Dos meus, pelo menos. Eu tive dois empregos dos sonhos: 1º numa loja de discos | 2º numa videolocadora. Consegui realizar o primeiro. Foi o melhor primeiro emprego que alguém, como eu, poderia ter. Pagava as contas, me ajudou a começar a pagar o cursinho e a faculdade e ainda me dava a oportunidade de conhecer todos os lançamentos em primeira mão. Além de conhecer muita gente louca por música, assim como eu. 🙂 Dois dos filmes da lista chamaram minha atenção, num primeiro momento, por culpa desse primeiro trabalho. E outro, chamou minha atenção por conta da minha terceira e definitiva, eu espero, profissão: o jornalismo. Vocês saberão de quais filmes estou falando.

Sigamos.

Abaixo, então, segue a lista dos meus filmes rock and roll:

Alta Fidelidade (High Fidelity/2000 | Direção:  Stephen Frears)

A primeira vez que assisti a este filme pirei. Primeiro porque os caras são enciclopédias musicais ambulantes. Segundo porque Rob, o dono da loja, tem uma coleção insana de disco (um dos melhores papéis do John Cusak). Terceiro, a trilha sonora é foda, lógico. Quarto, trabalhar numa loja de discos era meu emprego dos sonhos, e eu havia conseguido ❤

Quase Famosos (Almost Famous/2000 | Direção: Cameron Crowe)

Resumindo bem meu amor por este filme: meu sonho era ser o William Miller, sem mais hahahaha. Imagina você escrever sobre música, viajar com uma banda que você goste e ainda receber por isso? Um dos personagens mais legais é o da Kate Hudson, como a eterna Penny Lane (o melhor papel dessa atriz, na minha opinião) e o sempre ótimo Philip Seymour Hoffman, como o jornalista Lester Bangs. Uma das melhores trilhas do cinema, sem dúvida. ❤

Sexo, Rock e confusão (Empire Records/1995 | Direção: Allan Moyle)

Um dia em uma loja de discos, lotada de jovens, que acaba sendo o ponto de encontro de várias pessoas, tirando as crises que elas precisam enfrentar. Liv Tyler e Renee Zellweger no início de suas carreiras. E, mais uma vez, meu sonho aparece aí. Este filme é muito divertido. \m/

Escola de Rock (School of Rock/2003 | Direção: Richard Linklater)

O que eu tenho pra falar sobre esse filme é simples também: meu sonho ter um professor desse. Sempre quis tocar um instrumento musical e mal mal sei tocar uma flautinha hahaha

The Wonders – O sonho não acabou (That Thing You Do!/1996 | Direção: Tom Hanks)

Ter uma banda. Fazer sucesso com essa banda. Diz aí quem nunca sonhou com isso? Nem que fosse com uma única música, e muito boa por sinal.

Somos tão jovens (2013 | Direção: Antonio Carlos da Fontoura)

Tudo bem que esse filme não é um primor, mas se passa num período interessante de Brasília, e do Brasil. Começava ali um movimento muito importante para o rock nacional.

O garoto de Liverpool (Nowhere Boy/2009 | Direção: Sam Taylor-Wood)

Sem mais: o início do que viria a se tornar os Beatles.

Controle – A história de Ian Curts (Control/2007 | Direção: Anton Corbijn)

Denso, sombrio, feliz e triste. Assista e sinta.

Across the universe (Across the universe/2007 | Direção: Julie Taymor)

Esse filme é muito amor. E, de quebra, ainda tem trilha dos Beatles muito bem apresentada pelo elenco.

Cazuza (2004 | Direção: Sandra Werneck e Walter Carvalho)

A transformação do Daniel de Oliveira foi foda. Diferente da biografia de Renato Russo (Somos tão jovens), este filme me mostrou muito o Cazuza. Me emocionei do início ao fim.

Curtiu as indicações? Escreva aí nos comentários quais são seus filmes de rock preferidos!

Até a próxima \m/