Banda do Mar – dois anos do show em BH

Faz tempo eu quero descansar e ver as coisas por aí…

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Sim, já se passaram dois anos desde aquele 29 de novembro chuvoso de 2014. Naquela tarde de sábado, eu, minha irmã e mais dois amigos (Lorena e André do blog Par de Copas), partimos rumo à BH.

O show estava marcado para começar às 21h, mas atrasou três horas começando depois de meia-noite. O público xingou, mas, quando a banda entrou no palco e os primeiros acordes de Mais Ninguém começaram, todo mundo se esqueceu das longas três horas de espera e se jogou no Music Hall.

Nós quatro curtimos o show do camarote da casa e não nos arrependemos nem um pouco. O show foi lindo, apesar de curto. Mas não teria como alongar muito. A banda – que foi um projeto especial e paralelo às carreiras de Marcelo Camelo (Los Hermanos), Mallu Magalhães e Fred Viera – lançou apenas um disco. Então, o setlist ficou restrito a este filho único e algumas poucas músicas dos trabalhos do casal. Janta, claro, não faltou.

Enfim, a noite foi linda e o show vibrante.

 

Até a próxima ❤

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Bônus track – Unboxing do LP da Banda do Mar, do Noize Record Club:

 

🙂

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nossos monstros

Todo ser, humano ou não, guarda monstros dentro de si. E isso não significa que estes seres sejam ruins. Eles são o que nós queremos que eles sejam. Justos ou não. Muitas vezes, nossos monstros brigam entre si e é preciso que enfrentemos cada um deles, para que possamos entendê-los e isso significa nos entender. Entender nossos próprios males, problemas e dilemas. Não adianta mentir ou tentar ludibriar o monstro que habita em nós, mais cedo ou mais tarde a verdade vence. Não adianta fingir ser rei, ou rainha, quando na verdade somos puro medo e frustração. Enfrentar nossos monstros nos faz voltar pra nós. Nos faz crescer. Nos faz enxergar o que na verdade importa.

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A ilustração faz parte do livro “Onde Vivem Os Monstros”, de Maurice Sendak.

Cinema Nacional

Há tempos venho percebendo o crescimento do cinema nacional. Para o bem ou para o mal, ele está acontecendo. Eu sempre gostei dos filmes produzidos no Brasil e me lembro de quando era mais nova ir ao cinema assistir aos Trapalhões, Xuxa. Sim, foi por meio desses filmes que comecei a prestar a atenção na sétima arte. Foram filmes da minha infância.

Dia desses assisti ao filme Califórnia, da Marina Person, pela primeira vez e, a princípio, me pareceu um filme de adolescente americano filmado no Brasil. Mas, no fim, percebi que era muito além. Muito real. Muito lindo. Gosto do cinema nacional assim. É bom que ele aconteça além das comédias pastelão ou das caronas nos programas de TV cômicos bem sucedidos.

Não sou crítica de cinema, tão pouco especialista neste tema. Mas, mesmo assim, resolvi listar alguns filmes nacionais que eu gostei (ou gostaria) de assistir, principalmente porque no último dia 5 de novembro comemorou-se o dia Nacional do Cinema Brasileiro (e dia Nacional da Cultura).

Veja a pequena lista:

As melhores coisas do mundo  (2010 | Direção: Laís Bodanzky)as-melhores-coisas-do-mundo-5

Amores possíveis (2001 | Direção: Sandra Werneck)
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Ponte aérea (2015 | Direção: Júlia Rezende, Paulo Eduardo)
ponte-aerea

Califórnia (2015 | Direção: Marina Person)california

Os saltimbancos trapalhões (1981 | Direção: J. B. Tanko)os-saltimbancos

O céu de Suely (2006 | Direção: Karim Aïnouz)o-ceu

Bicho de sete cabeças (2001 | Direção: Laís Bodanzky)bicho-de-sete-cabecas

Cinema, aspirinas e urubus (2005 | Direção: Marcelo Gomes)

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O ano em que meus pais saíram de férias (2006 | Direção: Cao Hamburger)o-ano

Não por acaso (2007 | Direção: Philippe Barcinski)nao-por-acaso

Cidade de Deus (2002 | Fernando Meirelles)

Carlota Joaquina, Princesa do Brasil (1995 | Carla Camurati)

O que é isso companheiro? (1997 | Bruno Barreto)

Abril despedaçado (2002 | Walter Salles)

Carandiru (2003 |  Héctor Babenco)

Hoje eu quero voltar sozinho (2014 | Daniel Ribeiro)

Cidade Baixa (2005 | Direção: Sérgio Machado)

Meu nome não é Johnny (2008 | Direção: Mauro Lima)

Que horas ela volta? (2015 | Anna Muylaert)

A floresta que se move (2015 | Vinícius Coimbra)

Lisbela e o Prisioneiro (2003 | Guel Arraes)

Isolados (2014 | Tomás Portella)

Entre Nós (2014 | Paulo Morelli, Pedro Morelli)

Tropa de Elite (1/2007 | 2/2010 | Direção: José Padilha)

Ainda quero assistir:

Boa sorte (2014 | Carolina Jabor)

Durval Discos (2003 | Anna Muylaert)

Aquarius (2016 | Kleber Mendonça Filho)

Amores urbanos (2016 | Vera Egito)

 

Gostou da lista? É claro que muitos filmes ficaram de fora. Escreva aí nos comentários o seu filme preferido no cinema nacional.

Até a próxima.

🙂