Música do dia #59

59 de 365 – Noite dos Mascarados

Mas é Carnaval!
Não me diga mais quem é você!
Amanhã tudo volta ao normal.
Deixa a festa acabar,
Deixa o barco correr…

Os bailes de carnaval de antigamente tinham um “quê” de romantismo, não é mesmo? E essa música retrata bem esses encontros de carnaval. Então, vamos aproveitar que já está acabando.

Artista: Chico Buarque e Nara Leão

Álbum: Chico Buarque de Hollanda – Volume 2 (1967)

Música do dia #58

58 de 365 – Pierrot

O Pierrot apaixonado chora pelo amor da Colombina…

Se tem um disco que combina com o carnaval é o primeiro do Los Hermanos. Esta é a época do ano que mais escuto esse disco. Aliás, Los Hermanos é uma banda para se ouvir em qualquer momento do ano: nos momentos felizes, tristes, profanos, da juventude ou da velhice. Tem música pra tudo. Vamos para mais um baile?

Artista: Los Hermanos

Álbum: Los Hermanos (1999)

 

Música do dia #57

57 de 365 – Copacabana

Sinto Copacabana por perto é o vento no mar, será que a gente chega?

Uma das músicas mais legais do primeiro disco solo de Marcelo Camelo, lembra bem uma marchinha de carnaval. Nesta música, o artista faz uma homenagem ao bairro de sua terra natal e dos senhores e senhoras que por lá passeiam. Continuando nosso carnaval, vamos para Copacabana.

Artista: Marcelo Camelo

Álbum: Nós/Sou (2008)

Música do dia #56

56 de 365 – Me abraça

Quando você passa eu sinto seu cheiro, aguça meu faro e disparo em sua caça…

Banda Eva foi uma banda da qual fui fã. Sim, fui fanática na década de 1990 e talvez por isso ainda prefira ouvir Ivete a Cláudia, sabe? A primeira me parece sempre mais legal.

Enfim, brigas de divas tupiniquins à parte, a música de hoje é para começar a celebrar, de forma mais leve e amorosa, o carnaval (sempre preferi o da Bahia, apesar de nunca ter ido), momento do ano em que tudo é perfeito, o amor prevalece, os problemas e a violência em nosso país vira confete. Só que não.

Mas, enfim, se é tempo de festa…

Artista: Banda Eva

Álbum: Ao vivo (1997)

O filme da semana: Across The Universe

Eu nunca gostei muito de musicais. Lembro-me de uma vez que comecei a assistir “Todos dizem eu te amo”, do Woody Allen, e não aguentei. Outro também que apareceu na minha lista recentemente foi “Mamma Mia”. E também não rolou. Sinto vergonha alheia. Foi mal Meryl Streep. Talvez por isso não consiga assistir aos filmes da Disney (tem sempre uma princesa cantando, uma xícara cantando). E por tudo isso que foi dito, ainda não assisti nenhum musical clássico americano (acho que Grease não conta, né? ). Foi mal (2).

Bem, num dia qualquer de 2009 ou 2010, percebi que havia um filme que poderia me interessar, aliás, me interessei ao ver a capa. Mas aí, descobri que era musical. Resolvi apostar. E foi a melhor aposta que fiz. Tratava-se de Across the Universe. Um filme de amor, embalado pelas músicas dos Beatles.

No filme tem amor, guerra, revolução, paixões. Tudo junto. Tudo lindo. Tudo tão bem costurado que vale a pena cada segundo. Sim, amo este filme.

across_loucuras

Tudo começa quando Jude (Jim Sturgess), um jovem estivador, resolve sair de sua terra, Liverpool, para encontrar-se com seu pai, que era americano e havia lutado na Inglaterra, durante a segunda guerra, período em que engravidou sua mãe.

Ao chegar no novo mundo, em pleno período da guerra do Vietnã, Jude percebe que seu pai era um trabalhador como ele. Ele era um faz-tudo na Universidade de Princetown.

Ele e o pai se conhecem e ele resolve passar um tempo ali. Numa noite, ele ajuda o jovem Max (Joe Anderson), que estava fugindo de uma confusão com outros estudantes. Eles se tornam grandes amigos e Max o convida para passar o dia de ação de graças em sua casa, com toda a sua família.

Neste dia, Jude conhece Lucy (Evan Rachel Wood), a irmã e Max. Lucy, tem um namorado, mas ele fora convocado para lutar na guerra. Isso também acontecerá com Max.

Pouco tempo depois, Max resolve largar a faculdade e tentar a vida em Nova York, junto com Jude. E é aí que a história começa.

Por isso, não direi mais nada.

Embalados por muitas músicas boas, muitas reviravoltas acontecem. Este filme é interessante porque apresenta inúmeras referências daquela época, meados da década de 1960. Sadie, que é cantora e a dona do apartamento onde Max e Jude irão morar, e Jojo, guitarrista da banda de Sadie, são homenagens a Janis Joplin e Jimmi Hendrix. Os nomes dos personagens são referências às músicas do Beatles. Logo após a fuga de Max (momento em Jude o ajuda) eles seguem cantado a música “little help from my friends”. Num determinado momento aparece uma foto imensa de Brigitte Bardot, e quem era seu fã? John Lennon. E ainda tem a Prudence, de origem oriental e pode ser muito bem uma referência a tia Yoko, não é mesmo?

Ainda fazem parte do elenco Dana Fuchs, Martin Luther McCoy, T.V. Carpio, Bono Vox (sim, o vocalista do U2, talvez a coisinha mais chata que aparece no filme –  eu não gosto de U2 🙂 ), Salma Hayek e Joe Cocker.

A direção fica por conta de  Julie Taymor, que foi, inclusive, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

 O filme ainda recebeu indicações nos principais prêmios do cinema e da música: OSCAR (2008) – Melhor Figurino, Globo de ouro (2007) Melhor Filme – Comédia/Musical e
Grammy (2007) Melhor Trilha Sonora – Cinema/TV/Mídia Visual.

Filme: Across the Universe (Across The Universe)

Ano de lançamento: 2007

Direção: Julie Taymor

Ps.: A homenagem de Gilmore Girls para este filme: é muito amor envolvido.

Da brigada de vida e morte.

in omnia paratus

Música do dia #55

55 de 365 – All you need is love

Esta é uma música dos Beatles, de 1967, do disco Magical Mystery Tour – que também é um filme. Mas, o vídeo que escolhi hoje para lhes apresentar esta música não tem os quatro amigos britânicos. Tem, sim Jim Sturgess e o grande elenco de Across the Universe, um dos melhores filmes sobre música e amor que já assisti. Falarei mais sobre este filme no próximo post de hoje. Portanto, por enquanto, assista ao vídeo:

Artista: Jim Sturgess e Dana Fuchs

Álbum: Trilha sonora do filme Across The Universe

 

 

A lista do mês: Fotógrafos

Seguindo nosso cronograma, hoje é dia da categoria “A lista do mês”. E o tema de hoje é fotografia. Então, vamos aos indicados (listados em ordem alfabética) 🙂

Caroline Bittencourtcarol

Comecei a acompanhar o trabalho da Caroline porque ela era/é a fotógrafa oficial da melhor banda do Brasil: Los Hermanos Ana Cañas.

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César Ovalle

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Cesinha, como é conhecido, é um dos melhores fotógrafos brasileiros da atualidade. O conheci por seu trabalho no instagram e por fotografar bandas nacionais, como o NxZero.

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José Salesaaa

Este moço aí da foto é dono de um dos perfis mais legais do instagram. No projeto Vejo Cores, ele trabalha suas fotos se baseando na “Psicologia das Cores” e o resultado é emocionante.

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Mari Castro

mari

Conheci o trabalho da Mari por meio de um amigo que se casou ano passado e a escolheu como fotógrafa do momento mais importante da vida dele e da esposa. O resultado ficou lindo e a cada dia me encanto mais pelas imagens produzidas por esta mineira, que está dominando SP. 🙂 Mari é proprietária do Canvas Ateliê Fotográfico e esbanja criatividade e um novo olhar sobre a fotografia de casamento e outros eventos sociais.

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Rafael Kent

rafa

Okent, como o conheci, é um dos fotógrafos e videomakers que mais admiro na atualidade. Ele se despontou com diretor de vídeo e fotógrafo de uma das bandas que mais gosto: a Vivendo do Ócio.

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Até amanhã 🙂

Música do dia #54

54 de 365 – Vagalumes cegos

Conheci Cícero antes do lançamento do seu primeiro disco, o Canções de Apartamento. Devo ter lido algo sobre um cara gravar todo o disco em casa, muito provavelmente, na revista Rolling Stone, que eu assinava naquele ano de 2010/2011. E, quando soube que ele havia lançado o disco, fiz uma busca e baixei, do próprio site do músico, que disponibilizou o download dos três discos de sua carreira, lançados até o momento.

Fica bem aí
Que essa luz comprida
Ficou tão bonita
Em você daqui

Cícero é de uma sensibilidade. O disco todo é uma delícia de ouvir e Vagalumes Cegos faz parte deste primeiro setlist do carioca. E aparece na trilha do filme “Hoje eu quero voltar sozinho”.

Artista: Cícero

Álbum: Canções de Apartamento (2011)

Música do dia #53

51 de 365 – Ovelha Negra

Então, estou nos “finalmente” da leitura da autobiografia de Rita Lee e, na medida que avanço, amo cada vez mais esta artista que eu já admirava. Rita passou por vários desafios até conseguir conquistar o posto de “Rainha do Rock” da terra do carnaval.

A música de hoje será a primeira de muitas a aparecer nesta lista.

Artista: Rita Lee e Tutti Frutti

Álbum: Fruto Proibido (1975)