Filme da semana: Clube da Luta

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Confesso que precisei assistir ao “Clube da luta” pelo menos duas vezes para entender a mensagem que o filme queria transmitir. Acredito muito que agora tenha entendido. Sobretudo com os últimos acontecimentos no Brasil, no mundo, enfim, até mesmo aqui em minha cidade.

São muitas as fagulhas e as imposições que nos são colocadas e nós, muitas vezes, vamos tocando o barco da maneira que dá. Mas, chega uma hora que cansa. Chega uma hora que é preciso tomar uma atitude contra tantas imposições precárias. Para nós, claro.

“Nós”, entendam, são os que trabalham. Muito. Não os que corrompem. Não os que confundem luta por direito com baderna. Dito isso, vamos ao filme.

A sinopse do filme tem muito a ver com a ira desses nossos tempos. Muitas pessoas tentam agir por si mesmas, mas, na maioria das vezes, não conseguem. Ou, talvez, até consigam, mas junto com a ira vão também muitos inocentes.

São produzidos cada vez mais itens para serem consumidos e, afinal de contas, será que é partir disso que somos reconhecidos e definidos? É pelo que consumimos? E, para consumirmos cada vez mais, precisamos ganhar cada vez mais, trabalhar cada vez mais, e aposentar jamais, não é mesmo?

É aí que surge a fagulha, que nos tira do lugar comum, da rotina, da mesmice.

Mas, quer saber? Já falei demais. Afinal de contas, a primeira regra do Clube da Luta é…

O filme é baseado no romance de mesmo nome, escrito por Chuck Palahniuk e publicado em 1996. É dirigido por David Fincher, que é diretor de outros ótimos filmes como Seven, Garota Exemplar e a Rede Social.

Integram o elenco do filme Edward NortonBrad Pitt, Helena Bonham Carter e  Jared Leto.

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Filme: Clube da Luta (Fight Club)

Diretor: David Fincher

Ano de lançamento: 1999

Lista do mês: Coração

Então, pode parecer complexo, mas não é.

Na lista de hoje, eu compartilho com vocês uma playlist criada no Youtube (preciso criar uma conta no Spotfy 😦 ) que tem músicas que eu escuto quando preciso acalmar meu coração. Estas músicas tem o poder de me transportar para um universo diferente, para dentro de uma abraço quentinho. Aproveite! ❤

 

Até a próxima!!

Dia 17

Ontem estive em São Paulo para participar do Make Movie 2017. O Make Movie é o congresso de audiovisual que acontece dentro do Wedding Brasil. Esta foi a terceira edição, e foi a segunda vez que participei do evento.

No ano passado eu participei de uma promoção da página do Make Movie, no Facebook, e ganhei o ingresso para participar do evento, que acontece até o dia 27 de abril.

(Fotos: Isabella Marques/Arquivo Pessoal)

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Mas, por motivos vários, não conseguiria participar, e ficar em SP, durante os três dias, então, optei por fazer um bate-volta e aproveitar ao menos o primeiro dia do evento.

Saí de Divinópolis às 22h de segunda-feira, dia 24, e cheguei em São Paulo no dia 25, às 6h da manhã. Foi a segunda vez que fui para São Paulo, e a primeira vez que viajei sozinha. Deu um frio na barriga, mas fui mesmo assim.

Chegando na rodoviária peguei um táxi, que me deixou na porta do Centro de Convenções do Anhembi. O bom é que o Anhembi fica muito próximo do terminal rodoviário do Tietê, onde eu desci. Poderia até ir à pé, mas, melhor não, né?

Enfim, cheguei lá e sentei para esperar a abertura dos portões, que aconteceu às 7h.

Entrei, fiz meu credenciamento e comecei a visitar os inúmeros stands.

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Ah, sim! Mas antes, precisei me recompor. Lavei o rosto, dei um tapa no visual e fui tomar café, e comer um pão de queijo.

Aí sim, depois disso estava preparada para enfrentar a maratona de palestras e networkings .

Então, visitei os stands, peguei muitos catálogos, cartões, testei equipamentos, comprei um item, orcei outros e fui para as palestras.

Selecionei seis, entre as que aconteceriam no dia, e fiquei entre o Palco Make Movie e o Núcleo de Vídeo.

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Por volta das 19h50 eu saí da última palestra do dia e parti rumo a rodoviária. De táxi, mais um vez. Quem me levou foi um senhor, que ficou preocupado e perguntou se eu já conhecia a rodoviária do Tietê, e eu disse que sim. Mas, de toda forma, ele me deixou em frente ao elevadores e disse: é só subir que você encontrará sua plataforma. Gracinha de pessoa. Tive sorte, porque os dois motoristas dos táxis que usei foram certinhos, e muito rápidos nos trajetos.

Chegando na rodoviária, comprei um livro (indicado neste vídeo pela Jout Jout), me sentei e esperei o ônibus que me traria de volta para casa. O bom é que, como é um livro de poesia (escreverei sobre ele em breve) li em uma hora e meia de boa, tranquila.

Às 21h40 nós partimos de São Paulo para Divinópolis.

Ao ligar dos motores, tomei meu último comprimido de Dramin, escolhi a playlist, peguei o fone de ouvido e voltei pra minha realidade.

Foi um dia muito bom, muito rico, absorvi ótimas informações, apesar de achar que os organizadores poderiam ter escolhido melhor os palestrantes, para o palco Make Movie, neste primeiro dia do evento.

Mas, de toda forma, perdi o medo de ir pra SP, já que minha primeira viagem, muito rápida, mas sozinha, deu certo e cheguei sã e salva na rodoviária  de divicity, quando o Thiago e o Tico já me aguardavam, às 5h10 da manhã de hoje.

Que venha o próximo evento. E pode ser em SP, ou em qualquer outro lugar.

🙂

Ps.: Em breve terá um vídeo sobre o evento, mas, enquanto ele não sai, veja o trecho que eu gravei durante a abertura do evento:

Música do dia #114

114 de 365 – Apenas mais uma de amor

Essa música por si só, mesmo com o Lulu, já é linda. Mas aí resolveram juntar Lulu com Tulipa e fazer este dueto foda para a trilha sonora do filme “Os homens são de marte e é pra lá que eu vou”. O argumento do filme, e da série, não são lá grandes coisas, mas essa música é muito amor.

Artista: Lulu Santos e Tulipa Ruiz

Álbum: Trilha sonora do filme “Os homens são de marte e é pra lá que eu vou” (2014)