Dia 22

Os dias tem se seguido corridos e cansativos. É muito trabalho. Em casa e no trabalho, lógico. O problema de se ter um trabalho formal e ainda ser freelancer é este: as vezes falta tempo para mim, para minhas coisas. Sem brincadeira, a impressão que eu tenho é que estou trabalhando direto há umas duas semanas, sem parar. Sempre tem coisas acontecendo, sempre tem algo a ser feito e eu não tenho conseguido um tempinho, por menor que seja, para parar, respirar fundo, e traçar metas e planos. E isso é péssimo. É péssimo porque meus dias tem começado cedo e acabado tarde e começado cedo e terminado tarde e não tenho conseguido manter certas metas, como as de exercício e alimentação, e isso me deixa tão triste, tão frustrada. Mas, enfim, tem momentos da vida que são assim mesmo, falta tempo, mas, ainda bem, que sobra trabalho.

Música do dia #151

151 de 365 – Antes que seja tarde

Então, minha relação com o Pato Fu é bem antiga, mesmo porque a banda nasceu na capital do melhor Estado do Brasil, que é o meu. Belo Horizonte, nossa linda capital mineira, foi/é a cidade responsável por inspirar as músicas desta banda que, a princípio, eu não gostava muito. Demorei para conseguir entender a mensagem. O primeiro disco que me pegou foi o Televisão de Cachorro e, daí pra frente, comecei a acompanhá-los. Guardo com carinho vários shows da banda, que foram muitos. Inclusive, o último show que assisti do Pato Fu foi na esplanada do Mineirão, quando eles abriram o show do Los Hermanos <3, em 2015. Uma curiosidade: o primeiro fã clube da banda nasceu em Divinópolis, minha cidade bonitinha. 🙂

Artista: Pato Fu

Álbum: Televisão de Cachorro (1998)

 

Música do dia #150

150 de 365 – era pra ser

Bethânia, lógico, está entre as grandes vozes de nossa música e hoje ela fecha o especial doces bárbaros, rs. Não foi bem um especial deles, porque não foi focado nas músicas do projeto, mas sim na carreira solo de cada um. Usei o termo apenas para recortar este trecho da música do dia aqui no blog.

Artista: Maria Bethânia

Álbum: Trilha sonora da novela A Lei do amor (2016)

Música do dia #149

149 de 365 – Divino Maravilhoso

Não sei se alguém percebeu mas a leva de músicas dos últimos dois dias, que finalizará amanhã, está apresentando músicas dos baianos doces, dos Doces Bárbaros. Hoje, a música escolhida foi composta por Caetano e Gil, em 1968, mas a interpretação definitiva ficou por conta de Gal Costa, que fez um dos registros da música em seu disco ao vivo, de 2013. Impecável.

Artista: Gal Costa

Álbum: Gal Costa (1969)

Música do dia #147

147 de 365 – Andar com fé

Entre a velha guarda da música popular brasileira, dos que se despontaram nas décadas de 1960 e 1970, tendo sofrido muito nas mãos da ditadura militar, Gil é um dos mais legais. Acredito que ele, ainda  hoje, consegue se manter fiel às suas raízes musicais. Em seu vasto repertório, escolhi esta que, entre várias releituras, ele apresentou junto com um de seus filhos, no disco ao vivo Bandadois, de 2009.

 

Artista: Gilberto Gil

Álbum: Um Banda Um (1982)

Filme da semana – Blue Valentine

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Blue Valentine foi um filme que me fez chorar instantaneamente do início ao fim. O filme me emocionou. Emocionou principalmente por dois motivos: a atuação de Ryan Gosling e Michelle Williams (que eu amo e acompanho desde Dawson’s Creek) e a trilha sonora. Além da fotografia. Então, são três os motivos.

O filme fala do amor, da paixão, de como tudo começa e de como tudo acaba. Sim. As vezes o amor não é suficiente. E os dois atores estão tão bem em cena que nós, os espectadores, sofremos com a história e torcemos para que tudo se acerte.

Dean e Cindy se conhecem numa clínica, onde a avó de Cindy (salvo engano) estava internada. Depois de alguns encontros, ela acaba cedendo e os dois começam o romance e se casam. O filme tem vários flashbacks que mostram esta história, já que ele começa no presente, quando o casal passa por uma crise.

O amor transborda ao mesmo tempo que as brigas também. O passado e o presente estão no centro da vida dos dois, que se deixaram ser pegos pelo duro cotidiano e agora tentam resgatar o primeiro sentimento que sentiram um pelo outro.

Michelle Williams concorreu ao Oscar 2011 de melhor atriz por sua performance no filme, mas perdeu a disputa para Natalie Portman, em Cisne Negro.

***

Filme: Namorados para sempre (Blue Valentine)

Diretor: Derek Cianfrance

Ano de lançamento: 2010

 

Dia 21

O tempo está correndo e o que mais tenho sentido é que: quanto mais o tempo corre mais a humanidade perde o controle sobre suas ações. Não sei se por falta de tempo para reflexão ou se por puro egoísmo por, no tempo cada vez menor dos dias, pensar em si, apenas. Isso tem gerado cada vez mortes de inocentes e cada vez mais sofrimento.

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No Brasil, cada vez mais pilantragem é exposta mas, no fundo, as coisas me parecem não mudar. O “jeitinho brasileiro” nosso do dia a dia gera todo esse mal. É exagero? Pode parecer, mas sabe a teoria do “efeito borboleta”? Pois é.

Façamos o bem sem olhar a quem. Façamos o bem.

Sejamos amor.