Filme X Série: Confissões de Adolescente

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(Fotos: Divulgação)

Ontem assisti ao filme Confissões de Adolescente. E comecei a vê-lo por causa da série que assistia avidamente durante minha adolescência, na década de 1990. Acompanhei àquelas quatro irmãs e me identifiquei com vários dos percalços e inquietudes vividas por elas. Então, decidi assistir ao filme para saber o que havia sobrado daquele sentimento.

Quando comecei a assisti-lo, a primeira impressão que tive era a de que estava assistindo a um episódio de Malhação, depois que virou escola. Eu também assistia muito a esta série, principalmente as primeiras temporadas, lá em meados de 1995, mesma época de Confissões.

Mas, não era de se estranhar a comparação. Você já vai entender.

Confissões de Adolescente foi uma série exibida na TV Cultura na década de 1990. As duas primeiras temporadas foram exibidas entre 1994 e 1996. Já a terceira, e última temporada, foi exibida em 1999, mas não na TV Cultura, e sim no canal francês TF-1.

A série é baseada no livro homônimo escrito por Maria Mariana, atriz, escritora e filha do cineasta Domingos de Oliveira, que dirigiu a história no teatro, cuja primeira montagem aconteceu em 1992. Na TV, e no cinema, a série foi dirigida por Daniel Filho. Maria Mariana também roteirizou alguns capítulos de Malhação. Está aí a interseção. É questão de estilo, de identidade mesmo.

A história, baseada nos diários de Maria Mariana, também foi para o teatro, como disse anteriormente. Não tive o prazer de assistir a peça, que, inclusive, numa das montagens, teve em seu elenco Maria Ribeiro e Carolina Dieckmann.

No fim das contas, foi o quarteto da série original que me acompanhou e acompanha até hoje. Déborah Secco (Carol), Daniele Valente (Natália), Georgiana Góes (Bárbara) e Maria Mariana (Diana) eram as irmãs que me faziam rir e chorar.

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E eu chorei no final.

Não por ter sido ruim, pelo contrário, foi normal. O filme não tem nada demais. Trata-se de um filme sobre adolescentes. Em minha opinião, o melhor filme nacional sobre este público continua sendo As Melhores Coisas do Mundo, da Laís Bodanzky.

Mas, enfim, as quatro fazem participações especiais. Como bem aparece nos créditos finais, são participações afetivas.

E foi justamente o afeto que me fez chorar.

No filme, as irmãs, agora com nomes diferentes, são vividas pelas atrizes Sophia Abrahão (Tina), Malu Rodrigues (Alice), Isabella Camero (Bianca) e Clara Tiezzi (Karina).

Gostei de assistir ao filme pelo afeto.

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Foi um tempo bom. Foi bom relembrar.

Duas curiosidades: a série recebeu uma indicação ao Emmy Internacional de melhor programa infanto-juvenil em 1995, e em 1996, ganhou o Prix Jeunesse como Melhor Programa de Ficção para Adolescente.

Compartilhando amor. No youtube tem uma playlist com vários episódios da série:

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