Não há muito o que dizer.

Ou há?

Haverá de ter.

Uma coisa digo: há oito dias senti medo.

Medo por uma morte.

Medo por tantas outras que já foram.

E pelas que ainda virão.

Medo por um sistema que retrocede.

Medo de ver as coisas se repetindo.

A nossa frente.

Tantos gritos já foram dados.

Tantos outros calados.

Tantos se escondem por medo.

O medo é a razão de tudo.

O poder deles é a razão do nosso medo.

Gritar nas redes não basta.

Gritar sozinho não basta.

Mas começar é importante.

Iniciar o coletivo.

Para que o um tenha significado.

Sejamos um.

O nosso um tem apenas um nome neste momento.

E é nele que precisamos focar, para que o contador de números do poder pare.

E possamos ser um onde quisermos.

E termos a liberdade de lutar pelo coletivo.

Pelo bem comum.

Sem temer.

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