#447 • O bêbado e a equilibrista • 

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente

Esta música foi composta em 1979, por Aldir Blanc e João Bosco, após a promulgação da Lei da Anistia, pelo então presidente João Figueiredo. Sem conseguir pensar num texto melhor, vou redigir o que veio escrito na revista Rolling Stone Brasil. Sim, continuando a lista, O bêbado e a equilibrista ficou em 36º lugar.

(…) a versão de Elis Regina possui um magistral arranjo de cordas e uma dinâmica que permitiu à cantora interpretá-la de forma vibrante, como se fosse a mãe, mulher, filho ou parente de algum daqueles exilados, que em breve voltariam ao pais com a aprovação da Lei da Anistia. ‘O bêbado e a equilibrista’ é o retrato de uma época em que ocorriam mudanças na política e na sociedade do Brasil, que rumava a democratização. (Revista Rolling Stone Brasil, Outubro de 2009, p. 118)

• Artista • Elis Regina

• Composição • Aldir Blanc e João Bosco

• Álbum • Elis, essa mulher (1979)

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