gal costa

Este é, com certeza, um dos discos mais legais da carreira solo de Gal Costa. E foi o primeiro, lançado em 1969. O disco traz uma série de músicas reconhecidas, e é quase uma coletânea.

Gal chamou atenção por esta produção por conta, principalmente, da sonoridade. Ela modernizou a música popular, que ainda, mesmo depois a Tropicália, tinha como referência a comportada sonoridade da bossa-nova. Aqui, Gal mistura guitarra, com xaxado, soul e r&B norte-americano com samba e por aí vai.

É impossível destacar músicas, já que é um disco muito ‘redondo’, fácil de ouvir do início ao fim. Mas, vamos tentar: Divino Maravilho, que é um hino até hoje, Não identificado e Baby, composições de Caetano. Também tem Jorge Ben (rimou) com Que pena (Ela já não gosta mais de mim) e Deus é O AMor, e as versões de Se você pensa e Vou recomeçar, de Roberto e Erasmo. Namorinho de Portão, de Tom Zé, é uma das minhas preferidas.

O disco até hoje é considerado um dos melhores da música brasileira, ficando em 80º na lista dos melhores discos brasileiros de todos os tempos, da Revista Rolling Stone Brasil.

Ouça:

 

► Álbum • Gal Costa

► Artista • Gal Costa

► Ano de Lançamento • 1969

► Produção: Manoel Barenbein

► Composições • Caetano Veloso, Rosil Cavalcanti, Tom Zé, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Jorge Ben e Torquato Neto

► Gravadora • Phonogram | Philips

 

 

 

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