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Este com certeza é um dos filmes nacionais de que mais gosto. Lisbela e o prisioneiro foi lançado em 2003 e, de lá pra cá, tornou-se um clássico do cinema nacional.

O filme, que tem uma trilha sonora que passeia por canções populares, é lotado de hipertextos e referências que beiram a metalinguagem. A comédia dispõe de vários elementos essenciais para os filmes água com açúcar: o mocinho, malandro, e a mocinha, sonhadora, se apaixonam, mas o pai da moça é contra e prefere o outro, vezes frouxo e bobo, porém, com mais recursos.

Ela, Lisbela, que sonha acordada se imaginando dentro das cenas de filmes americanos, espera que sua vida tenha um final feliz como no cinema. E por falar nisso, assistir este filme no cinema deve ter sido delicioso, principalmente pela cena dos créditos.

Lisbela e o prisioneiro foi dirigido por Guel Arraes e adaptado a partir de uma peça de teatro de mesmo nome, escrita por Osmar Lins. O filme foi todo gravado em Pernambuco e contou com a participação de um grande elenco, entre outros, Débora Falabella (Lisbela), Selton Mello (Leléu), Bruno Garcia (Douglas), Virginia Cavendish (Inaura) e Marco Nanini (Frederico Evandro).

• Filme • Lisbela e o prisioneiro

• Direção • Guel Arraes

• Ano de Lançamento • 2003

 

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