Acredito que no início, antes de tudo, era o pensamento que emergia no universo. Depois, veio a palavra. Da palavra, as criações e, claro, suas limitações.

Somos criações limitadas, seres amedrontados. Muitas vezes perdidos.

E sozinhos.

Sempre estamos sozinhos, independente da multidão. Nascemos, vivemos, morremos.

Sozinhos.

Por isso, cada vez mais, acredito na palavra, sobretudo escrita. Ela serve como um espelho, como reflexo daquilo que sinto. Como um registro das sensações que sinto.

Pleonasmo.

Escreveria eu, então, para mim mesma?

Tudo isso representa minhas inconstâncias, medos e (in)satisfações.

Repetições infinitas de algo que eu não sei bem o que é.

A palavra, minha salvadora.

Salvadora dos fins e inícios.

Sinto que as mudanças serão mais rápidas do que eu estava prevendo.

Será?

 

 

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