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Foi emocionante! É assim que começo falando da experiência em assistir a este filme. No cinema. Bohemian Rhapsody conta a história do Queen, mas tendo como foco principal a vida de seu vocalista, o genial Freddie Mercury.

Sempre gostei do Queen. As músicas sempre conseguiram me emocionar, justamente pelo cuidado e pelo refinamento das canções que não repetiam uma fórmula, pelo contrário, era sim inovador, tanto que não existirá outra banda, ou outro líder, tão intensos. Isso sou eu dizendo, tudo bem? Queen é sim uma das maiores bandas de rock do mundo.

O filme apresenta trechos importantes da carreira da banda. Desde a formação, nos anos setenta, passando pelo hiato no início dos oitenta, até o reencontro, no festival Live Aid, que buscava arrecadar fundos para a África. A primeira sequencia do filme, inclusive, mostra exatamente esse momento, mas depois já retorna ao momento de início real.

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Li uma crítica, antes de assistir ao filme, que dizia o seguinte:

Um artista ímpar como Freddie Mercury e uma banda fora de série como Queen não mereciam uma biografia convencional como esta, superficial ao dramatizar pontos capitais da trajetória e da vida pessoal do cantor ao longo de 15 anos em míseros 135 minutos. @cinemacomcritica

Concordo em parte. Porque, de fato, o filme apresenta de forma sucinta a carreira da banda, mas não haveria outra forma. Afinal de contas, existem padrões para o cinema. Talvez, se fosse uma série de TV, haveria tempo para aprofundar certas questões. Para além da técnica, o que eu levo em consideração ao gostar ou não de um filme foi o quanto ele me cativou, me emocionou, prendeu minha atenção. Não sou cineasta, roteirista, não trabalho com cinema. Tenho conhecimento de cinegrafia, iluminação, montagem, fotografia, muito porque estudei isso na faculdade, trabalho com produção audiovisual e também porque sempre fui uma apaixonada pelo cinema. Sempre assisti muitos filmes e os que guardo como preferidos são os que deixaram em mim uma marca de emoção.

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Ontem eu saí do cinema com lágrimas no rosto e extasiada. Parecia que eu acabara de sair de um show do Queen. O filme é de uma intensidade e Rami Malek está perfeito como o Freddie Mercury. Por este papel ele merece muito reconhecimento, pela entrega. Pela verdade. Está aí outra coisa que eu avalio num filme: a verdade que ele transmite. E esse, por mais que tenha parecido, aos mais entendidos, superficial, apresentou o que foi o Queen, e Freddie, para a música mundial. A arte precisa nos tocar, bem no fundo. Se não emociona, alguma coisa não está certa. Este é o meu ponto de vista.

Ainda fazem parte do elenco Ben Hardy (Roger Taylor), Joseph Mazzello (John Deacon), Gwilym Lee (Brian May) e Lucy Boynton (Mary Austin).

Sem precisar me alongar mais, quero voltar e assistir a este filme mais uma vez. Quero aproveitá-lo no cinema. E essa é uma dica que eu dou: assista ao Bohemian Rhapsody no cinema. É emocionante!

► Filme • Bohemian Rhapsody

► Direção •  Bryan Singer

► Ano de Lançamento • 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

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