Chegou dezembro.

É neste mês que a maioria das pessoas começam a fazer resoluções e o balanço do ano. E a gente costuma pensar sempre nesses grandes blocos, né? Semanas, meses, anos. Dias.

Mas o que não pensamos é que somos feitos num piscar. Numa inspiração. Num olhar. O conjunto que se forma disso tudo é passado. O que a gente espera do ano que daqui a pouco se inicia pode ser prospecção ou apenas ilusão.

Nós sempre vivemos dentro de um agrupamento de segundos, horas, dias, semanas, meses, anos. Mas, no fim das contas, o que conta, o que realmente experienciamos, é o que vivemos e fazemos agora. Agora, neste exato segundo que você lê este texto. Esta é a realidade materializada.

Sei que este é o maior dos clichês da motivação meia boca, mas é a pura verdade. O resto não existe. Ou melhor, quando você leu a frase anterior, já passou. Acabou. É impossível viajar no tempo. A não ser na terapia. Ou em nossa memória.

Então, talvez, no fim das contas, seja bom fazer essas listas do que foi e do que será. Para, quem sabe, manter-se fiel ao que é, ou para mudar radicalmente uma situação que te fere, fere sua certeza.

Não sei se tudo isso fez sentido. 2018 foi um ano longo e cheio de tropeços internos, mas também foi um ano lotado de boas experiências pessoais. Mas, sobre isso, falarei em um outro dia.

Viva melhor os seus segundos. E não subjugue o tempo. Apenas viva.

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