Filme da Semana: Os Meyerowitz: Família não se escolhe

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E para a felicidade de muitos, agosto chega ao fim. Nunca entendi essa birra que algumas pessoas têm com o mês de agosto, o melhor mês do ano, sem sombra de dúvida. Enfim, para encerrar esse mês nada melhor do que o último filme lançado pelo Noah Baumbach, ainda dentro do movimento Mumblecore. Neste mês já havia apresentado dois outros filmes do diretor, os excelentes Frances Ha (2013) e Enquanto Somos Jovens (2014).

Em Os Meyerowitz: Família não se escolhe, Baumbach nos apresenta uma família disfuncional e Continue lendo “Filme da Semana: Os Meyerowitz: Família não se escolhe”

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Filme da Semana: Mudança de Hábito 2

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Em Mudança de Hábito 2, filme que completa 25 anos no próximo dia 10 de dezembro, a cantora Deloris, vivida pela sempre excelente Whoopi Goldberg, retorna ao convento St. Catherine.

Pausa.

Você se lembra do primeiro filme? Continue lendo “Filme da Semana: Mudança de Hábito 2”

Filme da Semana: Simplesmente Acontece

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Existem momentos em que tudo que a gente precisa é de um bom filme água-com-açúcar, com final previsível, extremamente confortável e aconchegante. Se estiver acompanhado de um cobertor e uma saco de pipocas, melhor ainda.

Simplesmente acontece conta a história de Alex (Sam Claflin) e Rosie (Lily Collins), que são amigos desde a infância Continue lendo “Filme da Semana: Simplesmente Acontece”

Filme da semana: Enquanto somos jovens

Enquanto Somos Jovens

Sabe quando você encontra algo que mexe de fato com você e que age, de certa forma, como um complemento de algo que você busque? Pois bem, eu, de certo modo, me encontrei nos filmes do movimento novaiorquino Mumblecore. Já escrevi sobre ele na semana passada (Filme da Semana: Frances Ha), e estou assistindo vários filmes desse movimento, principalmente os do Noah Baumbach, que roteirizou e dirigiu o filme de hoje. Continue lendo “Filme da semana: Enquanto somos jovens”

Filme da Semana: O estranho que nós amamos

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Os filmes das Sofia Coppola costumam ser estranhos, costumam ser misteriosos e lotado de gente com problemas emocionais. Vide As virgens suicidas. Pois é. Em sua mais recente produção, O estranho que nós amamos, a sensação é a mesma. Não dá pra saber quem é mau, quem é bom, a quem devemos tomar partido. Apenas no final, talvez. Continue lendo “Filme da Semana: O estranho que nós amamos”