Livro: A vida em análise

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Em A vida em análise, Stephen Grosz relata experiências e histórias que presenciou ao longo de mais de 25 anos de trabalho como psicanalista. No livro, para não revelar as identidades de seus pacientes, o autor mudou os nomes e características específicas de cada um, para que as histórias pudessem ser compartilhadas. Ao longo das pouco mais de duzentas páginas, Grosz nos apresenta Continue lendo “Livro: A vida em análise”

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Livro do mês: Nu, de botas

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Fiquei bem feliz ao terminar de ler este livro e calhar de escrever sobre ele justamente na semana da criança. Hoje, dia 12, é o dia dedicado a essas pequenas criaturas e o livro trata justamente deste universo.

Em Nu, de botas, Antonio Prata narra Continue lendo “Livro do mês: Nu, de botas”

Livro: Homem-objeto e outras coisas sobre ser mulher

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Pois é, terceiro livro indicado no mês. Quando decidi parar com as postagens diárias aqui no blog, sabia que alguma coisa boa aconteceria. Estou tendo mais tempo para ler e assimilar as coisas. Tudo bem que não foram livros densos, mas foram livros e ler é sempre uma excelente opção, independente do gênero. Portanto, leia. Qualquer coisa, mas leia.

Já havia indicado o livro Depois a louca sou eu, da Tati Bernardi, e hoje vou escrever sobre o Homem-objeto e outras coisas sobre ser mulher, livro lançado no início de 2018 e que nos apresenta Continue lendo “Livro: Homem-objeto e outras coisas sobre ser mulher”

Livro: A sutil arte de ligar o foda-se

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No feriado de sete de setembro, decidi fazer uma experiência: ficaria os três dias – sexta, sábado e domingo – sem internet. E foi o que fiz. Na quinta à noite desabilitei o wi-fi e os dados do telefone e fui viver minha vida. Posso dizer pra você que foi uma das melhores experiência dos últimos dias, porque toda a ansiedade gerada pelas notificações de e-mails e redes sociais cessaram. Consegui, sem distrações, organizar melhor meu tempo e, por consequência, fazer algumas coisas que estavam pendentes, como ler o livro de hoje.

Foram poucas as vezes em que Continue lendo “Livro: A sutil arte de ligar o foda-se”

TAG Livros: Experiências Literárias

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O livro apresentado neste mês aqui no blog, foi o livro enviado no mês de julho pela TAG Inéditos – Fique Comigo – uma das categorias de envio da TAG Livros.

A TAG Livros é um clube literário, em que uma vez por mês os associados recebem em casa um livro diferente, conforme a categoria escolhida. Para conhecer a TAG eu comprei, nos meses de maio e julho, os dois kits: o já citado TAG Inéditos, que é mais recente, chegando agora no mês de agosto em sua quinta edição, e a TAG Curadoria, que está disponível para assinatura desde 2014. Continue lendo “TAG Livros: Experiências Literárias”

Livro do mês: Fique Comigo

livro 3Fique Comigo foi, com certeza, o melhor livro que li neste ano, até agora. Eu o recebi no mês de julho, na caixinha da TAG Inéditos, do clube de livros TAG Experiências Literárias. Eu falarei um pouco mais sobre esta experiência de fazer parte de um clube do livro na semana que vem, fique atento às publicações do blog para não perder.

Pode até parecer, mas esse post não é pago (mas bem que poderia, né?)

Continue lendo “Livro do mês: Fique Comigo”

25 ª Bienal do Livro de São Paulo

No último sábado, dia 4 de agosto, resolvi dar um passeio em São Paulo e participar da 25ª Bienal Internacional do Livro. E foi incrível. Em breve, você poderá ler o meu relato, mas hoje, por ora, editei um vídeo com algumas imagens captadas durante o evento, em que pude ver algumas mesas e visitar alguns estandes. Foi um dia muito rico.

Para você ter uma noção de sua importância, a Bienal é considerada como o terceiro maior evento editorial do mundo, que recebe vários expositores, do Brasil e de outros países. E o mais interessante da Bienal, é que são criados espaços para que crianças, jovens e adultos possam desfrutas das leituras e do contato com os livros.

A Bienal acontece até o próximo domingo, dia 12 de agosto.

Agora, assista ao vídeo:

Livro do mês: Tudo o que eu sempre quis dizer, mas só consegui escrevendo

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Maria Ribeiro

Filme: Como Nossos Pais (Laís Bodanzky)

Música: Conversa de Botas Batidas (Los Hermanos)

Conheci a Maria lá nos anos 1990, em alguma novela que eu não me lembro do nome, mas acho que era do Manoel Carlos. Pouco depois, foi noticiado que ela era casada com um ator mais velho. O que não faz a menor diferença para este texto, mas é só para explicar o que eu sabia sobre ela. Praticamente nada. Muito tempo depois, Maria caiu no meu radar por dirigir o documentário sobre a turnê de 2012 do Los Hermanos. Daí pra frente, veio o Saia Justa, o Trinta e oito e meio, o Instagram, o Twitter, a TPM, O Globo e Maria ficou na minha vida. Aí neste ano veio o Tudo o que eu sempre quis dizer, mas só consegui escrevendo. Eu teria várias coisas pra dizer para a Maria, a escritora que eu mais leio e que eu mais amo, que sempre diz algo sobre tudo, que sempre diz algo para mim, diretamente. E felizes somos nós, ou eu, por ter esta oportunidade, de acompanhar seus posicionamentos. Acho que agora a conheço um pouco mais. Continue lendo “Livro do mês: Tudo o que eu sempre quis dizer, mas só consegui escrevendo”

Livro do Mês: Sejamos todos feministas

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O livro é curto. São cerca de 40 páginas. É uma adaptação de uma palestra que a autora, Chimamanda Ngozi Adichie, deu em dezembro de 2012, no TEDxEustom, uma conferência anual com foco na África.

Chimamanda é Africana e grande parte de seus escritos baseiam-se em suas experiências e realidade de seu país e continente. Ela é nigeriana.

O que é tratado no livro, de leitura facílima, é o que tantas pessoas vem explicando há muito tempo. Confesso que, quando eu li, eu vi mais do mesmo. Mas, no fim das contas, não é. Lembrando que a palestra foi dada em 2012 e sua transcrição lançada em 2013.

Quando eu digo mais do mesmo, talvez seja porque já estou tão imersa nesta temática, já li tanta coisa sobre isso, que me pareceu que, de certa forma, não seria possível o livro me acrescentar algo novo.

Trata-se do que é básico: feminismo nada mais é do que homens e mulheres tendo os mesmos direitos e o mesmo espaço. E é necessário entender homens e mulheres de forma ampla.

Ao longo da palestra, ela vai tirando camada por camada os preconceitos que viveu e como as feministas são tratadas, tantas vezes, de maneira pejorativa e que existe uma certa discriminação no modo de tratá-las e descrevê-las.

Ela, africana, conta vários momentos de sua vida que foram essenciais para que ela pudesse chegar às reflexões que a tornou naturalmente feminista. Como por exemplo, a vez em que foi a melhor da turma e que estava apta a ser a monitora, o que não pôde ocorrer já que, mesmo que ela fosse melhor em tudo e um homem, no caso um menino, fosse o segundo, ele seria o monitor.

São valores e questões que precisam ser explicados desde cedo, e sempre, para meninos e meninas: mesmo espaço, mesma capacidade, mesmos direitos. A diferença de estruturas biológicas e hormonais é o máximo de diferenças possíveis de serem encontradas.

Existem mais mulheres do que homens no mundo –  52% da população mundial é feminina –, mas os cargos de poder e prestígio são ocupados pelos homens. A já falecida queniana Wangari Maathai, ganhadora do prêmio Nobel da Paz, se expressou muito bem e em poucas palavras quando disse que quanto mais perto do topo chegamos, menos mulheres encontramos. (p.20)

Vale a leitura e a reflexão. Mas, para além da reflexão, é importante buscarmos, de fato, a transformação. Não pense você que apenas os homens tem pensamento e atitude machista, pelo contrário, ele está implícito em inúmeras atitudes de diversas pessoas no dia a dia.

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Livro: Sejamos Todos Feministas

Autora: Chimamanda Ngozi Adichie

Tradução: Christina Baum

Editora: Companhia das Letras (1ª ed./2012 | Brasil: 2014)