Make Movie 2017

20170425_070817Ano passado eu participei de uma promoção da página do Make Movie e ganhei o passaporte para participar do evento em 2017. Mas, por causa do trabalho (e também pela grana), eu não consegui participar de todos os dias do evento. E, para tentar aproveitar pelo menos um pouco, eu fui na abertura, dia 25 de abril, e assisti as palestras do primeiro dia do evento. Fiz poucos registros do dia, mas, com o que eu fiz, consegui editar um vídeo de 1 minuto. Que é este aí logo abaixo.

Em 2016 eu fui no Make Movie e foi uma das melhores experiências que eu pude vivenciar enquanto profissional. Neste ano, já foi ótimo, mesmo que tenha sido tão rápido.

Que venha o Make Movie 2018!

#roadtrip3

Demorou, mas saiu! Se nada der errado nas próximas três segundas teremos vídeos no canal! uhuuuu 🙂

Aproveitei o feriado prolongado para colocar todas as edições em dia e fiz três: a viagem para Abaeté (que vocês podem ver clicando no vídeo abaixo), a viagem para Caldas Novas (que será publicada na semana que vem) e, por fim, o vídeo do Make Movie.

Então, dê o play, assista ao vídeo todo e, se puder (e quiser) me siga lá no Youtube para não perder as próximas publicações.

=D

#roadtrip número um

Hoje publiquei no youtube um vídeo curtinho de uma viagem que fizemos (eu e meu marido Navicity. Nesta cidade, está enterrado o corpo de Padre Libério. Para muitos ele é um santo milagreiro e lá em Leandro Ferreira encontra-se enterrado, dentro da Igreja de São Sebastião, seus restos mortais. Neste ano, estes mesmos restos mortais foram exumados para  a sua beatificação. Lá, também, existe a Sala dos Milagres e um pequeno museu onde estão guardados alguns pertences do sacerdote.

Meu marido é muito devoto de Padre Libério e já foi , por duas vezes, caminhando em romaria até a cidade. É muito bonito poder acompanhar de perto toda esta devoção. E no dia desta viagem, em especial, era dia do aniversário dele.

bonus track:

14 segundos da Avenida Paulista 🙂

Até breve!! ❤

Alguma coisa aconteceu no meu coração

Sim. Aconteceu uma coisa muito boa. Aconteceu que eu conheci São Paulo, a maior cidade da América do Sul, com seus mais de 10 milhões de habitantes e suas línguas diversas. Sempre quis conhecer SP, a terra da garoa.

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Quando cheguei lá, na manhã de domingo dia 24 de abril, não acreditei, sério. Mas entendi o porque da grandiosidade. O porque de tantas músicas, poesias e artes inspiradas naquelas esquinas e “deselegantes” meninas. Cheguei na rodoviária, lotada. LO-TA-DA, porque era volta de feriado e muitas pessoas estavam ou chegando ou indo embora. Ainda bem que eu estava chegando e meus dois queridos amigos Lorena e André, do blog Par de Copas, foram me buscar, para começar esta aventura. Fui para SP para participar do Make Movie, como vocês podem perceber neste texto. Mas, claro, cheguei dois dias antes para dar uma voltinha pelas ruas e trilhos desta cidade.

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Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
(…)
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso*

Naquele domingo, me encantei com o bairro Liberdade. Lá se encontra a maior colônia japonesa fora do Japão. Estava acontecendo uma feira e, por isso, estava muito movimentado. Havia barracas de comida, plantas, artesanato.

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11“Querido, é mais lindo juntarmos dinheiro e embarcarmos pro Japão” Tulipa Ruiz.

Depois, nós fomos caminhando até uma praça, que fica no topo da avenida Paulista, a principal da cidade, que nos domingos é fechada e parece mais um parque, lotada de pessoas praticando esporte, ouvindo música e curtindo a tarde de domingo.

Na praça, citada anteriormente, estava acontecendo um encontro de food trucks e nós  resolvemos experimentar a comida de um deles, do Só Coxinhas!! DE-LÍ-CIA. Experimentamos quatro tipos de coxinha, dois sabores doces (nutella e brigadeiro) e dois sabores salgados (frango e cream cheese com alho poró).

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Bem, depois de todos estes nutrientes extras, partimos para o passeio na avenida Paulista. Achei incrível. Tudo. Foi um dia muito divertido. O que mais me encantou foi a diversidade, de pessoas, línguas, gostos, de possibilidades.

Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
(…)
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva*

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Nas andanças pela Paulista, ainda visitamos uma feira de antiguidades que acontece na parte de baixo, no vão, do MASP (Museu de Arte de São Paulo).

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Nos dias que seguiram, ainda conheci as redondezas da Vila Anastácio, onde fiquei hospedada. Andei de trem, metro, caminhei. Muito. É assim que vivemos as verdadeiras experiências. Não dá pra conhecer nenhum lugar, ou alguém, de forma verdadeira se nunca ficar frente a frente. Foi uma linda experiência. Vivi por cinco dias quase como uma paulistana, trocando de vagões, caminhando pelas ruas de SP e sentido um frio, digo um FRIO, gigante, porque as temperaturas baixaram muito na quarta e quinta-feira.

É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João*

* Sampa, Caetano Veloso

20Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas. Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços”*

Está tudo guardadinho na memória, e no coração. Que agora tem algumas boas histórias para contar e relembrar. E eu, boa mineira que sou, pude curtir Sampa numa boa e passear na sua garoa.  Faltou só conhecer a famosa esquina. Mas este passeio ficará para uma próxima viagem.

Make Movie 2016: uma experiência extraordinária

Nesta semana que passou, última do mês de abril, tive a oportunidade de participar como congressista do Make Movie, Congresso Brasileiro de Produção Audiovisual, que aconteceu no Anhembi Parque, em São Paulo.

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1São Paulo, SP.

Esta oportunidade foi boa por três motivos: primeiro, conheci São Paulo e sua grandiosidade. Segundo, conheci pessoas incríveis (dentro e fora do congresso) e encontrei outras tantas que via apenas por uma tela de computador. Terceiro, puder receber muita informação sobre a produção do audiovisual e fotografia, não apenas de casamento. Aprendi sobre relacionamento, sobre criatividade, sobre respeito, entre tantas outras coisas. Aprendi sobre planejamento. Sobre tentar, errar e acertar. Aprendi a ver, observar, a ouvir. Me emocionei. Sim, chorei várias vezes, com vídeos tão simetricamente produzidos, com o áudio tão bem produzido e pensado para aquele filme (ou casal, ou história).

2Área de circulação e feira do Wedding Brasil/Make Movie. 

Foram três dias imersa num ambiente lotado de boas energias. O Make Movie, que é o palco audiovisual do Wedding Brasil, me proporcionou uma experiência única na vida, que eu nunca vou me esquecer.

5Duo Borgatto fala sobre moda e design aplicados nas fotografias de casamento, no Núcleo de Tecnologia.

Sem Título-1Bruno Baltarejo fala sobre a correção de cor em vídeo, no Núcleo de Vídeo. 

Saí de lá, no último dia, em estado de êxtase, lotada de ideias, pensando em como aplicá-las na realidade de uma cidade do interior de Minas Gerais, onde tudo está tão perfeitamente organizado dentro da caixa. Sair de dentro e pensar fora desta caixinha muitas vezes pareceu impossível, mas agora consigo enxergar inúmeras possibilidades. É uma esperança de mudança de comportamento e atitude.

4Última palestra do Make Movie, com Rodrigo Zapico.

É uma oportunidade de rever tudo o que foi feito até agora, perceber erros, destacar acertos e dar, a cada dia, passos à frente, sempre mirando na excelência do trabalho e conquista de novos espaços, e clientes.

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Que venha o Make Movie 2017. Eu, com certeza, estarei lá.

Leonilson: Truth, Fiction

Se tem uma coisa que gosto de fazer quando vou a BH, a linda capital do meu Estado querido, é visitar exposições.

No sábado, dia 1º de agosto, tive a oportunidade de visitar a exposição Leonilson: Truth, Fiction, no Centro Cultural Banco do Brasil. A mostra, expõe para o público mais de 150 obras do artista cearense José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993).

leo(Leonilson, c. 1989. Foto Eduardo Brandão)

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A obra de Leonilson é predominantemente autobiográfica e está concentrada nos últimos dez anos de sua vida. Segundo a crítica Lisette Lagnado, cada peça realizada pelo artista é construída como uma carta para um diário íntimo. Em 1989, começa a fazer uso de costuras e bordados, que passam a ser recorrentes em sua produção. Em 1991, descobre ser portador do vírus da Aids e a condição de doente repercute de forma dominante em sua obra. Seu último trabalho, uma instalação concebida para a Capela do Morumbi, em São Paulo, em 1993, tem um sentido espiritual e alude à fragilidade da vida. Por essa mostra e por outra individual realizada no mesmo ano, recebe, em 1994, homenagem póstuma e prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). No mesmo ano de sua morte, familiares e amigos fundam o Projeto Leonilson, com o objetivo de organizar os arquivos do artista e de pesquisar, catalogar e divulgar suas obras.” (Enciclopédia Itaú Cultural)

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É visível o cuidado, a fragilidade e ao mesmo tempo a força da obra de Leonilson. As alusões autobiográficas e a sensibilidade de cada traço apresentado, tornaram sua obra original e referência para uma geração de artistas.

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A Exposição Leonilson: Truth, Fiction fica em cartaz até o dia 28 de setembro de 2015 e estará aberta para visitação de 9h às 21h no Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários – Belo Horizonte/MG). A classificação etária é livre e o acesso é gratuito.

[Texto com informações dos sites www.cultura.mg.gov.br e enciclopedia.itaucultural.org.br]

Assista a reportagem produzida pelo Metrópolis (da TV Cultura) quando a exposição estava em São Paulo: