Make Movie 2017

20170425_070817Ano passado eu participei de uma promoção da página do Make Movie e ganhei o passaporte para participar do evento em 2017. Mas, por causa do trabalho (e também pela grana), eu não consegui participar de todos os dias do evento. E, para tentar aproveitar pelo menos um pouco, eu fui na abertura, dia 25 de abril, e assisti as palestras do primeiro dia do evento. Fiz poucos registros do dia, mas, com o que eu fiz, consegui editar um vídeo de 1 minuto. Que é este aí logo abaixo.

Em 2016 eu fui no Make Movie e foi uma das melhores experiências que eu pude vivenciar enquanto profissional. Neste ano, já foi ótimo, mesmo que tenha sido tão rápido.

Que venha o Make Movie 2018!

Curta um curta!

Hoje, começa no Rio de Janeiro o Rio WebFest que é:

a rodada final da Web Series World Cup, campeonato internacional de web séries, criado pelo blogger correspondente do Jornal Liberátion, Joël Bassaget. O primeiro round começa em Buenos Aires, seguido de Vancouver, Miami, Austin, Washington, Montreal, Valência, Melbourne, Ústica, Berlim, Marselha, Bilbau, Seul e Londres.

(fonte: site do festival)

Aproveitando a deixa, fiz uma breve lista com alguns webvídeos, também conhecidos como curtas-metragens – independentes, experimentais, de todo o tipo, incluindo videoclipes – que chamaram a minha atenção. Portanto, se joga nesta listinha marota 🙂

Hoje eu não quero voltar sozinho (2011 | Direção: Daniel Ribeiro)

Edição (2015 | Direção: André Pilli)

O lobinho nunca mente (2007 | Direção: Ian SBF)

Another Brick In The Wall (1982)

Laços (2009 | Direção: Flávia Lacerda)

Romeo (2014 | Direção: Rafaela Carvalho)

Le Queloune (2008 | Direção: Patrick Boivin)

Passarinhos (2015 | Direção: Rafael Kent)

Snapchat – o filme ( 2016 | Direção: Gustavo Stockler)

Helium (2013 | Direção: Anders Walter e Kim Magnusson)

É claro que não poderiam faltar produções da cidade do divino, também conhecida como Divinópolis:

Ninguém pode te ouvir (2016 | Direção: Alisson Resende)

Carona ( 2016 | Direção: Alisson Resende)

Cochabamba (2013 | Direção: Diêgo Garcia)

Milho (2013 | Direção: Diêgo Garcia)

Analógico (2015 | Direção: Isabella Marques)

Bônus track: o filme produzido por Kirk, o personagem mais múltiplo de Gilmore Girls:

Até a próxima! ❤

Curta-metragem: CARONA

Ai que felicidade! Dia desses publiquei aqui sobre o lançamento do curta-metragem CARONA e a entrega dos brinquedos arrecadados. E hoje. Hoje. HOJE eu estou escrevendo apenas, APENAS, para dizer o curta-metragem já está disponível no youtube. Assista, comente, compartilhe. Uma dica: é muito amor ❤


Direção e Roteiro: Alisson Resende
Imagens: Alisson Resende e Isabella Marques
Elenco: Guilherme Gontijo e Daniela Guimarães
Montagem: Alisson Resende e Isabella Marques
Fotos: Cristiane Silva
Agradecimentos: Bruna Borges e Júlio César Valeriano

Produção independente, todos os direitos reservados.

Carona: a mais grata viagem

No dia 30 de julho eu tive o prazer de participar das gravações do curta-metragem CARONA, como já contei neste post aqui. Mas, a viagem foi muito além daquele longínquo dia. Foram quase dois meses de edição para que, no último dia 6 de outubro, nós lançássemos o filme lá no auditório da UNA.

(Foto: Victor Tadeu/Divulgação)img-20161007-wa0009

E foi lindo.

Auditório cheio. Três exibições. Aplausos e muita gratidão pela oportunidade de participar de um projeto com tanto amor. E o amor foi compartilhado. Cerca de 150 brinquedos foram arrecadados neste lançamento.

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E hoje, dia 10 de outubro, foi dia de entregar os brinquedos para as crianças do Lar das Meninas. Ver a felicidade em cada rostinho foi muito gratificante. Além de receber os brinquedos, as crianças assistiram ao curta-metragem, em uma sessão especial em comemoração ao Dia das Crianças.

O Centro de Convivência Infantil Lar das Meninas é uma entidade sem fins lucrativos e atende cerca de 50 crianças, entre meninos e meninas, de 7 a 11 anos. Veja, abaixo, o vídeo da entrega dos brinquedos:

Ajude o Centro de Convivência Infantil Lar das Meninas:

(37) 3221–1338
Rua Fernão Dias, 710, Porto Velho.
Divinópolis, MG.

Carona!

Sim. As vezes aparecem oportunidades em nossas vidas que nós: ou aproveitamos para sair da zona de conforto ou continuamos de boas na zona de conforto fazendo a mesmo coisa sem ter nenhum desafio a enfrentar. Ontem eu escolhi a primeira opção.

Eu sou formada em Jornalismo. Então, de certa forma, todos os meus trabalhos envolvem mostrar ao mundo um pedaço da realidade, seja ela qual for. Seja escrevendo textos institucionais no trabalho, seja gravando novas etapas na vida das pessoas, como no caso dos vídeos sociais (casamentos, aniversários, etc.), seja compartilhando por meio deste blog o que penso e o que gosto. É assim.

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Quando, há pouco mais de um mês, o diretor e roteirista Alisson Resende, da página Pipoca de Ouro, me convidou para participar do projeto de seu próximo curta-metragem achei uma ideia fantástica. Seria uma ótima oportunidade de experimentar novas formas de produção audiovisual. Nunca pensei em trabalhar com ficção, mas ontem senti a adrenalina de como podem ser estas produções.

Fotos Making Of: Cristiane Silva

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Fomos, todos nós: Alisson, Cristiane, Guilherme, Daniela, Júlio e eu, na coragem para fazer um filme com nenhuma grana e com toda a vontade do mundo. Foram muitos os desafios ao longo do dia. No fim, foi lindo. Deu tudo muito certo.

Após quase sete horas de gravação e backups feitos, tivemos a certeza de que fizemos o melhor; trabalhando com o que gostamos e desafiando a nós mesmos e nossos limites.

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Depois do susto!

Aprendi muito e estou ansiosa para começar as edições e mostrar para o mundo o que nós fizemos aqui, nesta cidade do interior de Minas, com quase nada. O resultado vai ser muito, com certeza. Carona melhor que esta, impossível!!

http://picasion.com/
🙂

Make Movie 2016: uma experiência extraordinária

Nesta semana que passou, última do mês de abril, tive a oportunidade de participar como congressista do Make Movie, Congresso Brasileiro de Produção Audiovisual, que aconteceu no Anhembi Parque, em São Paulo.

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1São Paulo, SP.

Esta oportunidade foi boa por três motivos: primeiro, conheci São Paulo e sua grandiosidade. Segundo, conheci pessoas incríveis (dentro e fora do congresso) e encontrei outras tantas que via apenas por uma tela de computador. Terceiro, puder receber muita informação sobre a produção do audiovisual e fotografia, não apenas de casamento. Aprendi sobre relacionamento, sobre criatividade, sobre respeito, entre tantas outras coisas. Aprendi sobre planejamento. Sobre tentar, errar e acertar. Aprendi a ver, observar, a ouvir. Me emocionei. Sim, chorei várias vezes, com vídeos tão simetricamente produzidos, com o áudio tão bem produzido e pensado para aquele filme (ou casal, ou história).

2Área de circulação e feira do Wedding Brasil/Make Movie. 

Foram três dias imersa num ambiente lotado de boas energias. O Make Movie, que é o palco audiovisual do Wedding Brasil, me proporcionou uma experiência única na vida, que eu nunca vou me esquecer.

5Duo Borgatto fala sobre moda e design aplicados nas fotografias de casamento, no Núcleo de Tecnologia.

Sem Título-1Bruno Baltarejo fala sobre a correção de cor em vídeo, no Núcleo de Vídeo. 

Saí de lá, no último dia, em estado de êxtase, lotada de ideias, pensando em como aplicá-las na realidade de uma cidade do interior de Minas Gerais, onde tudo está tão perfeitamente organizado dentro da caixa. Sair de dentro e pensar fora desta caixinha muitas vezes pareceu impossível, mas agora consigo enxergar inúmeras possibilidades. É uma esperança de mudança de comportamento e atitude.

4Última palestra do Make Movie, com Rodrigo Zapico.

É uma oportunidade de rever tudo o que foi feito até agora, perceber erros, destacar acertos e dar, a cada dia, passos à frente, sempre mirando na excelência do trabalho e conquista de novos espaços, e clientes.

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Que venha o Make Movie 2017. Eu, com certeza, estarei lá.

Videojornalismo de casamento

Eu, como jornalista, achei interessantíssima esta ideia de “videojornalismo de casamento”. A ideia é boa porque sai da mesmice dos roteiros tradicionais e da forma de filmar o casamento. Pensando numa narrativa com este princípio, o cinegrafista filma a emoção e a história por trás dos olhares, e até mesmo das lágrimas. O intuito é transformar aquele momento num documento histórico – para os noivos, para a família – assim como deve ser o jornalismo.

Conheci este termo através do trabalho do Pepê Figueroa. Os vídeos, a forma de gravar, é tudo feito com muito cuidado.

Enfim, depois de assistir a vários vídeos do Pepê, comecei a pesquisar outros profissionais que tivessem este mesmo intuito, de contar a história do casal através de imagens e depoimentos. Assim, eu encontrei o Edu Corrêa, que tem vasta experiência não apenas com vídeos de casamento. Mas, percebe-se que, ao assistir, mesmo com todo o zelo e primor da qualidade das imagens, em nenhum momento a emoção da cerimônia ou da festa é deixada de lado, pelo contrário, é ingrediente essencial e primordial. Talvez este seja um dos segredos.

Outra que me chamou a atenção pela qualidade do trabalho e inovação neste segmento foi a produtora de Vinicius Credidio, que também tem uma vasta experiência, inclusive fora do Brasil. Em seu site diz o seguinte “Hoje é possível afirmar que Vinicius Credidio é uma grife que revolucionou a idéia do ‘video-de-casamento’ e transformou o simples registro em documentários personalizados”, e é bem isso mesmo.

Para chegar a este patamar é preciso muito estudo, empenho e pesquisa. É preciso muito refinamento desde o manuseio do equipamento até a edição e entrega do vídeo. “O registro de vídeo vai muito além de apenas cenas em movimento. As imagens capturadas têm a força para contar uma história em quadros, através de luz, cores e sons. Talvez essa história será melhor compreendida daqui há 20 anos, quando o “video” de casamento será visto como “um filme” da memória  daquela família”, explica Vinicius em seu site.


Este, com toda certeza, será o futuro dos vídeos de casamento e é com muito estudo, e prática, que eu pretendo, aos poucos, ir conseguindo este refinamento.

Para saber mais sobre os profissionais citados no texto, é só clicar sobre seus nomes nos hiperlinks.

🙂