Filme da semana: As patricinhas de Beverly Hills

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Como não amar este filme? É possível isso, Acredito muito que não.

As patricinhas de Beverly Hills é um filme muito bom que, lógico, marcou minha adolescência e eu o via todas as vezes que era exibido na Sessão da Tarde. O que acontecia umas cinco vezes por ano.

O filme conta a história de Cher (Alicia Silverstone), uma adolescente de um tradicional colégio de Beverly Hills, que resolve ajudar uma aluna recém-chegada à escola (Tai) a melhorar tanto o estilo, quanto as atitudes. Esta nova aluna é nossa saudosa Britanny Murphy, falecida em 2009. :/

Cher é uma típica adolescente norte-americana: rica, ligada em moda, popular e amiga dos populares e ricos da escola. A ideia de ajudar a Tai surge quando ela consegue juntar dois professores “caidinhos”. Fica tão empolgada com a felicidade dos professores, que resolve ajuda a menina, e transformá-la também.

O problema é que o tiro acaba saindo pela culatra quando Tai começa a ficar mais popular e a chamar mais atenção do que Cher. E o pior é quando Cher percebe que está apaixonada pelo mesmo menino que Tai.

Ah, os problemas adolescentes!

O filme é muito bom, principalmente por ser despretensioso. Até hoje, quando é exibido assisto e me divirto. Dizem que o filme virou série de TV e de livros. Disso eu não cheguei nem perto. 🙂 Ah, e me parece que ele é superficialmente (lógico) inspirado no livro Emma, de Jane Austen. Será? (tô perguntando porque eu não li o livro, logo…)

Com direção de Amy Heckerling, completam o elenco Stacey Dash (Dionne), Paul Rudd (Josh), Dan Hedaya (Melvin), Breckin Meyer (Travis) e Jeremy Sisto (Elton).

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Filme: As patricinhas de Beverly Hills (Clueless)

Diretor: Amy Heckerling

Ano de lançamento: 1995

Filme da semana: As virgens suicidas

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O primeiro filme de Sofia Coppola é marcante. Ele é baseado no livro homônimo de  Jeffrey Eugenides e foi lançado em 2000.

Trata-se da história de cinco irmãs, conhecidas como as Lisbon, que vivem com os pais, nos Estados Unidos dos anos 1970. Elas são meninas muito bonitas e misteriosas que despertam a curiosidade dos meninos da vizinhança. E é por meio desta curiosidade, e certa obsessão, que as meninas vão sendo apresentadas à nós.

O pai das meninas (James Woods) é professor e a mãe (Kathleen Turner), uma mulher muito religiosa, as repreende e controla todos os passos das meninas. Isso, de certa forma, as une e faz com que criem uma certa fantasia para que continuem vivendo, até que a irmã mais nova, Cecilia (Hanna Hall), comete suicídio.

As outras irmãs, Therese (Leslie Hayman), Mary (A.J. Cook), Bonnie (Chelsea Swain) e Lux (Kirsten Dunst) continuam vivendo neste controle, até que a mãe, em um ato extremo, as tira da escola, as privando ainda mais do contato com outras pessoas e com os acontecimentos externos ao “lar”.

 

Este fato aumenta ainda mais a obsessão dos meninos da rua por elas, já que o mistério era ainda maior. Este isolamento  é crucial para o fim de cada uma delas, que acabam tendo o mesmo destino da irmã caçula.

Também fazem parte do elenco Josh Hartnett e Danny DeVito.

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Filme: As virgens suicidas (The Virgin Suicides)

Diretora: Sofia Coppola

Ano de lançamento: 2000

Filme: Baby Driver

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Baby Driver, que ganhou o título Em ritmo de fuga no Brasil, é o novo filme do diretor Edgar Wright, lançado em terras nacionais no último dia 27 de julho.

E se tem uma dica que eu possa dar de primeira é: assista ao filme no cinema.

Digo isso porque o ponto alto deste filme é a edição de som e a trilha sonora. Baby Driver é muito musical e o jeito em que a trilha sonora se encaixa nos sons de cada cena é de impressionar.

O filme conta a história de Baby (Ansel Elgort), um jovem que dirige muito bem e, por conta deste talento, dá suporte a uma quadrilha durante as fugas após os assaltos (está aí a inspiração do título nacional). Muito da concentração de Baby durante a condução dos veículos é motivada pelo fone de ouvido que não sai de sua companhia, sempre com uma trilha sonora diferente, e muito boa.

Ele constrói sua história e sua narrativa com base nas músicas em que escuta.

É, claro, que o filme tem como pano de fundo para Baby uma história de amor, que começa no momento em que ele conhece a balconista Deborah (Lily James). Mas, para além disso, é possível conhecermos e entendermos bem o que se passou com Baby e como ele foi parar nesta função que dá título ao filme.

Quando ele pensa que acabou e que pode se ver livre das fugas, seu (ex-) chefe, interpretado pelo sempre ótimo Kevin Spacey, o procura para mais um trabalho.

Daí pra frente sugiro que você assista ao filme para descobrir o desfecho.

O roteiro é bom, não tem nada de extraordinário, mas o que mais me chamou a atenção foram, como disse anteriormente, a edição de som e a trilha sonora, unidas a montagem e fotografia impecáveis. O plano sequencia do início, quando são apresentados os créditos do filme, já vale o ingresso do cinema.

Ainda fazem parte do elenco Jamie Foxx, Jon Hamm, Eiza González e até o Flea, baixista do Red Hot Chilli Peppers, faz uma participação no filme.

Uma aposta: é muito provável que este filme esteja no Oscar 2018, concorrendo principalmente nas categorias técnicas.

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Filme: Em Ritmo de Fuga (Baby Driver)

Diretor e roteirista: Edgar Wright

Ano de lançamento: 2017

Filme da semana: O diabo veste Prada

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Este filme me marcou imensamente. E eu o amo sim, e o assisto sempre que é exibido, ou quando preciso descansar um pouco. É diversão garantida.

Para começar, um filme com Meryl Streep e Anne Hathaway não poderia dar errado, não é verdade?

O filme, que completou 10 anos em 2016, narra a história de Andy (Hathaway), uma jornalista recém-formada que consegue um trabalho na revista de moda Runway, como assistente da editora Miranda Priestly (Streep). O que Andy não sabia é que este trabalho seria o maior desafio de sua vida.

Aos poucos ela, que a princípio não apresentava nenhum interesse pelo universo da moda, vai gostando e aprendendo cada vez mais, e ganhando a confiança da editora, até que consegue assumir o posto de assistente principal.

Mas, enquanto sua carreira na Runway vai crescendo, sua vida pessoal vai se desmoronando, e é aí que Andy precisa decidir qual caminho irá seguir.

O filme é muito bom, principalmente para quem se interessa por moda. Ele deu a Meryl Streep o Globo de Ouro de Melhor atriz em comédia ou musical, em 2007.

Completam o elenco Emily Blunt, como Emily; Stanley Tucci, como Nigel; e Adrian Grenier, como Nate. O filme ainda conta com uma participação especial de Gisele Bündchen.

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Filme: O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada)

Diretor: David Frankel

Ano de Lançamento: 2006

 

 

 

Filme da Semana: Harry Potter

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No próximo dia 31 de julho (segunda-feira) o bruxo mais conhecido deste início de século completará 37 anos. Harry James Potter, agora um bruxo maduro, deve continuar a rememorar suas façanhas junto de seus amigos fiéis, Ronald Weasley e Hermione Granger.

Esta saga, com certeza absoluta, mudou a vida de muitos jovens, e não-jovens, que, até hoje, continuam sedentos por novas histórias e aventuras deste universo.

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Os filmes são baseados nos livros escritos pela britânica J. K. Rowling e foram lançados entre os anos de 1998 e 2007. O primeiro filme da saga (Harry Potter e a pedra filosofal) foi lançado em 2001 e o último (Harry Potter e as relíquias da morte – parte 2) em 2011.

Eu li apenas o primeiro livro, acho que meu tempo para tal façanha já passou, quem sabe no futuro, mas não agora. Mas, tomando como referência o livro que eu li, o filme foi bem fiel. E como nunca vi muitas reclamações dos fãs mais ávidos, acredito que os demais filmes também tenham seguido a risca todos os acontecimentos importantes dos livros.

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A série narra os acontecimentos que envolvem Harry Potter, um jovem que descobre aos 11 anos que é um bruxo, ao ser convidado a estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Entre as várias histórias que acontecem, uma das principais é a batalha, da qual saiu vivo, mas sem os seus pais, quando ainda era um bebê. Nesta batalha, Harry venceu o bruxo das trevas, Lord Voldemort, do qual todos não podiam sequer pronunciar o nome, tornando-se, a partir desta batalha, o seu maior rival. De certa forma, todos os filmes giram em torno deste acontecimento e, a partir dele, Harry vai descobrindo sua força e confirmando sua importância no mundo dos bruxos.

Uma das coisas que mais me chama a atenção nesta história é de como são demonstrados os laços de amizade, e mesmo a superação de medos e desafios. A amizade, quase à primeira vista, de Harry (Daniel Radcliffe), Ronald (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) é muito linda.   

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Enfim, não sou nenhuma especialista da saga, por isso não vou me ater a detalhes. A indicação de hoje vale para toda a família. Aproveite para maratonar todos dos filmes e comemorar os quase 40 anos do nosso bruxo preferido. 🙂

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Parabéns, Harry!

Na Wikipedia existe a cronologia completa de todos os acontecimentos da história.

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Filme: Harry Potter e a Pedra Filosofal (Harry Potter and the Philosopher’s Stone)

Diretor: Chris Columbus

Ano de lançamento: 2001

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Filme: Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the Chamber of Secrets)

Diretor: Chris Columbus

Ano de Lançamento: 2002

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Filme: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter and the Prisoner of Azkaban)

Diretor: Alfonso Cuarón

Ano de Lançamento: 2004

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Filme: Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter and the Goblet of Fire)

Diretor: Mike Newell

Ano de lançamento: 2005

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Filme: Harry Potter e a Ordem da Fênix (Harry Potter and the Order of the Phoenix)

Diretor: David Yates

Ano de Lançamento: 2007

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Filme: Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-Blood Prince)

Diretor: David Yates

Ano de Lançamento: 2009

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Filme: Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (Harry Potter and the Deathly Hallows – Part 1)

Diretor: David Yates

Ano de Lançamento: 2010

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Filme: Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (Harry Potter and the Deathly Hallows – Part 2)

Diretor: David Yates

Ano de lançamento: 2011

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Bônus Track

Filme: Animais fantásticos e onde habitam (Fantastic Beasts and Where to Find Them)

Diretor: David Yates

Ano de lançamento: 2016

 

 

 

Filme da Semana: Meu nome não é Johnny

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Selton Mello faz o anti-herói neste filme, de 2008, que narra a história real de João Estrella, um jovem da classe média carioca que se tornou um dos maiores traficantes de drogas da cidade, no início dos anos 1990.

Ele poderia ter tudo, uma boa vida, correta, mas preferiu viver cada momento intensamente e abusou do uso e venda de drogas. João Guilherme Estrella era inteligente e vivia cercado de amigos. Filho único, era o mundo para os pais, mesmo depois do divórcio.

Quando percebeu que era fácil conseguir e vender as drogas, inclusive para fora do Brasil, João perdeu o controle e começou a ser investigado pela polícia. Disso para a sua prisão foi muito rápido.

Dentro da prisão, João prestava alguns serviços, o que lhe rendeu algum respeito. No seu julgamento, assumiu sozinho o tráfico, já que, no filme, além dele, outras duas pessoas são presas.

O filme é ótimo, Selton Mello como sempre está muito bem e, além dele, completam o elenco do filme dirigido por Mauro LimaCléo Pires (Sofia), Júlia Lemmertz (a mãe), Ângelo Paes Leme (Julinho) e Rafaela Mandelli (Laura). Tem até a participação de Rodrigo Amarante como Rubão, um traficante. 

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Filme: Meu nome não é Johnny

Diretor: Mauro Lima

Ano de lançamento: 2008

Filme da semana: Um dia

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Amanhã é dia 15 de julho, dia de São Swithin. Isto significa que o primeiro encontro de Emma e Dexter completará mais um aniversário.

St. Swithin’s day if thou dost rain
For forty days it will remain

Emma, vivida pela sempre ótima Anne Hathaway, e Dexter, do também ótimo Jim Sturgess, se conhecem logo após a formatura da faculdade, num dia 15 de julho, e sentem instantaneamente uma atração muito forte um pelo outro. E, apesar de seguirem rumos diferentes, eles sempre dão um jeito de se encontrar ao longo dos anos, principalmente no dia 15.

Dexter continua vivendo como um bon vivant, sendo apresentador de um programa de qualidade duvidosa na TV. Já Emma, tenta ser uma escritora. Os dois acabam se envolvendo com outras pessoas, mas sempre arrumam uma forma de se verem. Muita coisa acontece na vida dos dois e, claro, como nas melhores amizades, e também amores, eles acabam brigando e se distanciando.

Entre idas, vindas e desafetos, eles se reencontram e resolvem ficar juntos, até que uma tragédia marca de vez este relacionamento.

É o tipo de filme que precisa ser visto e sentido. Ele é baseado no livro de mesmo nome do escritor David Nicholls, de 2009.

O filme é dirigido por Lone Scherfig e ainda completam o elenco Romola Garai (Sylvie), Rafe Spall (Ian), Ken Stott (Steven) e Patricia Clarkson (Alison).

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Filme: Um dia (One day)

Diretor: Lone Scherfig

Ano de lançamento: 2011

 

Filme X Série: Confissões de Adolescente

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(Fotos: Divulgação)

Ontem assisti ao filme Confissões de Adolescente. E comecei a vê-lo por causa da série que assistia avidamente durante minha adolescência, na década de 1990. Acompanhei àquelas quatro irmãs e me identifiquei com vários dos percalços e inquietudes vividas por elas. Então, decidi assistir ao filme para saber o que havia sobrado daquele sentimento.

Quando comecei a assisti-lo, a primeira impressão que tive era a de que estava assistindo a um episódio de Malhação, depois que virou escola. Eu também assistia muito a esta série, principalmente as primeiras temporadas, lá em meados de 1995, mesma época de Confissões.

Mas, não era de se estranhar a comparação. Você já vai entender.

Confissões de Adolescente foi uma série exibida na TV Cultura na década de 1990. As duas primeiras temporadas foram exibidas entre 1994 e 1996. Já a terceira, e última temporada, foi exibida em 1999, mas não na TV Cultura, e sim no canal francês TF-1.

A série é baseada no livro homônimo escrito por Maria Mariana, atriz, escritora e filha do cineasta Domingos de Oliveira, que dirigiu a história no teatro, cuja primeira montagem aconteceu em 1992. Na TV, e no cinema, a série foi dirigida por Daniel Filho. Maria Mariana também roteirizou alguns capítulos de Malhação. Está aí a interseção. É questão de estilo, de identidade mesmo.

A história, baseada nos diários de Maria Mariana, também foi para o teatro, como disse anteriormente. Não tive o prazer de assistir a peça, que, inclusive, numa das montagens, teve em seu elenco Maria Ribeiro e Carolina Dieckmann.

No fim das contas, foi o quarteto da série original que me acompanhou e acompanha até hoje. Déborah Secco (Carol), Daniele Valente (Natália), Georgiana Góes (Bárbara) e Maria Mariana (Diana) eram as irmãs que me faziam rir e chorar.

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E eu chorei no final.

Não por ter sido ruim, pelo contrário, foi normal. O filme não tem nada demais. Trata-se de um filme sobre adolescentes. Em minha opinião, o melhor filme nacional sobre este público continua sendo As Melhores Coisas do Mundo, da Laís Bodanzky.

Mas, enfim, as quatro fazem participações especiais. Como bem aparece nos créditos finais, são participações afetivas.

E foi justamente o afeto que me fez chorar.

No filme, as irmãs, agora com nomes diferentes, são vividas pelas atrizes Sophia Abrahão (Tina), Malu Rodrigues (Alice), Isabella Camero (Bianca) e Clara Tiezzi (Karina).

Gostei de assistir ao filme pelo afeto.

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Foi um tempo bom. Foi bom relembrar.

Duas curiosidades: a série recebeu uma indicação ao Emmy Internacional de melhor programa infanto-juvenil em 1995, e em 1996, ganhou o Prix Jeunesse como Melhor Programa de Ficção para Adolescente.

Compartilhando amor. No youtube tem uma playlist com vários episódios da série:

Filme da semana: Agora e Sempre

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Hoje vou falar de um filme que marcou meu início de adolescência e ainda me traz boas lembranças. Queria muito tê-lo assistido mais um vez, para poder escrever este texto, mas infelizmente não consegui encontrá-lo. Ele não está disponível no Netflix e também não o consegui em locadoras d cidade. Sim, videolocadora. Meu segundo trabalho dos sonhos. 🙂

O filme narra a história de quatro amigas de infância, que se reencontram e relembram histórias de um verão, compartilhado por elas lá atrás, na década de 1970, quando ainda eram pré-adolescentes.

E neste período, tão turbulento e de transformações, elas vivem lindas experiências, conflitos, a descoberta da sexualidade, entre tantas coisas típicas desta idade.

Assistindo ao trailer me deu uma saudade imensa. Que vontade de assisti-lo novamente. Provavelmente hoje, já adulta, o veria com outros olhos, mas ele me deixaria, com certeza, com o coração quentinho e com a impressão de que, apesar da passagem do tempo, no fundo as pessoas continuam as mesmas.

É um lindo filme sobre amizade e amadurecimento. Lembro-me que, à época do seu lançamento, foi comparado com o filme Conta Comigo. Cada um dos filmes, a seu modo, me dá este mesmo tipo de sensação. Mas, Agora e Sempre, me deixa mais feliz e é infinitamente melhor (conforme minha lembrança e meu coração).

Christina RicciRosie O’Donnell são Roberta Martin; Thora Birch e Melanie Griffith são Tina Tercell; Gaby Hoffmann  e Demi Moore são Samantha Albertson; e Ashleigh Aston Moore Rita Wilson são Chrissy.

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Filme: Agora e Sempre (Now and Then)

Diretora: Lesli Linka Glatter

Ano de lançamento: 1996

 

Filme da semana: As vantagens de ser invisível

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Acredito que, por mais que o tempo passe, todos, e cada um, buscam aceitação. Ou, melhor dizendo, buscam uma “turma” para se encaixar. Para ser livre.

As vantagens de ser invisível é baseado no livro, lançado em 1999, de Stephen Chbosky, que também dirigiu o filme. Sim.

Trata-se de um filme sobre superação dos medos e de ser você mesmo. Muitas pessoas preferem vestir máscaras para serem aceitos. Charlie resolveu se aproximar dos “deslocados” e, junto deles, se descobriu. Descobriu que poderia ir além e passar tranquilo o primeiro ano do colegial.

No livro, Charlie escreve cartas para um amigo que, de acordo com ele, se matou sem deixar nenhuma carta de despedida. No filme isso é citado na primeira festa, na festa em que Charlie (Logan Lerman) é apresentado, por Sam (Emma Watson) e Patrick (Ezra Miller), ao restante da turma.

Além deste possível trauma, já que não sabemos se este amigo é real ou imaginário, ao longo do filme vamos descobrindo alguns outros traumas e problemas que ocorreram na vida de Charlie.

Nós aceitamos o amor que acreditamos merecer”

É um filme lindo, tanto na trilha sonora, quanto no texto. Já que foi dirigido pelo autor, a história foi brilhantemente adaptada e nos faz sentir intensamente tudo o que aqueles jovens estão sofrendo, vivendo e amadurecendo.

Trata-se de um filme sobre amor, amizade, traumas, aceitação, superação e tantas outras coisas. Vale a pena ler o livro e assistir ao filme.

Ainda completam o elenco Nina Dobrev, como Candace, a irmã de Charlie (sim, é a Elena de TVD); Mae Whitman, como Mary Elizabeth; Paul Rudd, como Bill, o professor de literatura de Charlie; Johnny Simmons, como Brad (ele é o namorado da Sophia, em Girlboss); Melanie Lynskey, como Tia Helen (ela também aparece em Gilboss); Joan Cusack, como Dra. Burton; Adam Hagenbuch, como Bob (ele fez a segunda temporada de Fuller House, como Jimmy Gibbler); Dylan McDermott, como pai de Charlie; e, por fim,  Kate Walsh, como mãe de Charlie (ela é a mãe de Hannah Baker também). 🙂

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Assista ao trailer:

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Filme: As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower)

Diretor e roteirista:  Stephen Chbosky

Ano de lançamento: 2012