Filme: Nasce uma estrela

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Provavelmente já disse isso aqui em algum momento, mas vou repetir: eu AMO filmes em que a música está no centro da história. Os que eu mais gosto são Quase Famosos, Alta Fidelidade, Mesmo se nada der certo, Bohemian Rhapsody e, mais recentemente, Nasce uma estrela.

Lady Gaga e Bradley Cooper estão excelentes em seus respectivos papéis. Eu adoro os trabalhos do Bradley, sempre assisto aos seus filmes e sua estreia como diretor foi muito boa, sem sombra de dúvida. Lady Gaga já havia sido premiada por outros trabalhos como atriz (em American Horror Story), mas esta foi a primeira vez em que eu a vi representar e gostei muito do resultado. Já admirava o seu trabalho musical, e agora mais ainda.

Bom, vamos ao filme. Continue lendo “Filme: Nasce uma estrela”

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Um dia qualquer

Não mais contarei dias. Percebi que contar o tempo não adianta. “O tempo escorre pelas mãos”, como já dizia Lulu, e olhar para ele escorrendo ou reclamar sua perda não é a melhor das atitudes.

Conta mais a forma como eu aproveito o meu. Tenho tentado muito não mais contar o tempo, as horas e os dias, mas focar naquilo que vivo em cada inspiração ou expiração, a cada piscar de olhos, a cada novo abraço, a cada nova lágrima, a cada novo amigo.

A cada nova palavra, escrita ou falada. Tenho tentado me abrir mais e falar. E é bem difícil! Por isso voltei a escrever, porque ao menos aqui consigo organizar e deletar. A palavra dita não some. E quantas palavras já ouvi e que gostaria muito de esquecer?

Preciso aprender muita coisa, ao mesmo tempo que Continue lendo “Um dia qualquer”

Dia 100

Antes havia pensado em escrever um texto de “melhores de 2018”. Achei um pouco infame a piada de melhores, porque 2018 foi um ano ruim. Um ano pesado. Um ano arrastado. Um ano em que ocorreram poucas coisas boas, mas, sim, de fato ocorreram.

Escrevo este texto numa sexta-feira de janeiro, às 16h01, e, sinceramente, não faço ideia de quando irei publicá-lo. Já estou satisfeita em perceber essa vontade de escrever. Já que, a essa altura, o blog está fechado e o perfil no Instagram pausado por tempo indeterminado.

Indeterminado porque cansei, porque ficou chato, porque parou de fazer sentido. E, quando se perde o sentido, não sei mais o que fazer senão parar, interromper, pausar.

E eu pausei. Continue lendo “Dia 100”

Livro do mês: Adulta sim, madura nem sempre

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Não acredito que este será o último texto sobre livros deste ano, mas já vou me adiantar e colocá-lo como o livro do mês pra ansiedade não precisar me procurar mais tarde com mais uma desculpa.

Camila Fremder foi uma grata surpresa literária, como tantas outras que encontrei ao longo deste ano, que foi o ano em que percebi o quanto eu gosto de crônicas. Em Adulta sim, madura nem sempre: fraldas, boletos e pouco colágeno, Camila descreve a aventura que é se tornar adulto. Ela escreveu este livro quando Continue lendo “Livro do mês: Adulta sim, madura nem sempre”

Dia 99

Chegou dezembro.

É neste mês que a maioria das pessoas começam a fazer resoluções e o balanço do ano. E a gente costuma pensar sempre nesses grandes blocos, né? Semanas, meses, anos. Dias.

Mas o que não pensamos é que somos feitos num piscar. Numa inspiração. Num olhar. O conjunto que se forma disso tudo é passado. O que a gente espera do ano que daqui a pouco se inicia pode ser prospecção ou apenas Continue lendo “Dia 99”

Série do mês: The Sinner (2ª Temporada)

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imagens: divulgação/Netflix

A segunda temporada de The Sinner estreou no início do mês na Netflix, mas protelei um pouco para assistir, diante do impacto que senti ao assistir a primeira temporada, que é impecável!

Em sua segunda parte, a série conta mais uma vez com as investigações do detetive Harry Ambrose (Bill Pulman), que é chamado para auxiliar nas investigações do assassinato de um casal cometido por um Continue lendo “Série do mês: The Sinner (2ª Temporada)”

Livro: Objetos Cortantes

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Objetos cortantes é o livro que deu origem a série da HBO (Sharp Objects/2018). Este foi o primeiro livro que li da autora Gillian Flynn, que também escreveu Garota exemplar (Gone Girl), obra adaptada para o cinema, dirigida por David Fincher e estrelado por Rosamund Pike e Ben Affleck. O filme, assim como a série, é ótimo. Mas, é claro, os livros Continue lendo “Livro: Objetos Cortantes”

Livro do mês: Cem anos de solidão

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Cem anos parece ser o tempo que eu demorei para ler este livro de Gabriel García Márquez. Não porque ele seja ruim ou de leitura difícil, muito pelo contrário. O difícil, neste caso, é conseguir acompanhar as várias histórias que se passam. Vou explicar melhor.

Em Cem anos de solidão, livro publicado em 1967, Márquez conta a história de sete gerações da família Buendía, que viveu, e fundou, a cidade de Macondo. Então, de certo modo, a história e os acontecimentos da família se misturam aos acontecimentos da cidade. São narrados cem anos, como o próprio título já nos apresenta.

Macondo era então uma aldeia de vinte casas de pau a pique e telhado de sapé construídas na beira de um rio de águas diáfanas que se precipitavam por um leiro de pedras polidas, brancas e enormes como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome, e para mencioná-las era preciso apontar o dedo. (p. 7)

É um pouco complicado Continue lendo “Livro do mês: Cem anos de solidão”

Dia 98

Não escrevo há alguns dias basicamente por achar que não tenho nada para escrever. Várias coisas aconteceram, lógico, já que a vida continua, mesmo que você não perceba. Você respira, anda, come, dorme, namora. Mas chega uma hora que você parece estar ligado no piloto automático. Tem chovido muito por aqui.

Além da chuva, eu poderia começar dizendo que fui para São Paulo nos dias 10 e 11 de novembro, para participar do Pixel Show. Foi ok. Poderia ter sido melhor? Sim. Criei expectativa demais. Talvez este seja meu grande problema.

Também posso dizer que minhas Continue lendo “Dia 98”