Série do mês: Stranger Things

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Stranger Things com certeza é uma das séries mais interessantes produzidas pela Netflix. Todas ambientada na década de 1980, a série é nostálgica, ao mesmo tempo que homenageia clássicos daquela década, como os filmes E.T. – O Extraterrestre (1982) e Conta Comigo (1986), e jogos como Dungeons & Dragons.

A série já ganhou duas temporadas e uma terceira já foi confirmada. A segunda parte, inclusive, foi a terceira melhor do blog em 2017. Se você não tiver assistido a série, e se importe com spoilers, não leia o texto. Continue lendo “Série do mês: Stranger Things”

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Sense8 • Episódio Final

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Que final extraordinário! Que final lindo! Que final emocionante! Que final amoroso. E é este sentimento que ronda e molda a atmosfera de todo este final de Sense8, a melhor série de 2017 aqui do blog. Se você ainda não assistiu a série ou o episódio final, é melhor não continuar lendo, pois pode haver spoiler. Continue lendo “Sense8 • Episódio Final”

Série do mês: The Sinner

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Com toda certeza do universo, The Sinner foi uma das séries que mais gostei de assistir em 2017. Ela ficou em 2º lugar no ranking das melhores aqui do blog, perdendo apenas para Sense 8, porque é muito amor que sinto por aqueles oito.

Enfim, The Sinner conta a história de Cora Tannetti (Jesica Biel) que, durante um surto, ataca e mata uma pessoa em uma praia. O problema é que ela não sabe o motivo que a levou a realizar tal ato. Aí, então, entra o detetive Harry Ambrose (Bill Pulman) para tentar desvendar o mistério. Continue lendo “Série do mês: The Sinner”

Série do Mês: Scandal

HENRY IAN CUSICK, KATIE LOWES, GUILLERMO DIAZ, KERRY WASHINGTON, COLUMBUS SHORT, DARBY STANCHFIELD, JEFF PERRY, TONY GOLDWYN

Scandal é mais uma série do universo da Shondaland que é de tirar o fôlego. Sim, é uma série excelente que mostra os bastidores do poder da Casa Branca. Eu citei a série rapidamente no post da série do mês passado, How To Get Away With Murder, e comecei a assisti-la por conta do crossover que aconteceu entre as duas, no início de março deste ano.

Infelizmente, o crossover do lado de Scandal marcou o fim da série, que ao todo teve sete temporadas. Mas eu ainda estou assistindo a terceira, então ainda terei muita coisa para descobrir.

Como já disse, a série foi criada por Shonda Rhimes, que também atuou como roteirista e produtora. Kerry Washington interpreta a gerenciadora de crises Olivia Pope, que trabalha em Washington, D.C., capital norte-americana.

Uma curiosidade é que a personagem foi inspirada numa ex-assessora da Casa Branca, que trabalhou no local durante o governo George H. W. Bush.

Scandal é uma série que prende a atenção muito por conta do texto que é muito bem escrito e desenvolvido, por Pope ser muito inteligente e, por mais que precise abafar os inúmeros escândalos que acometem os poderosos e os políticos da capital, não deixa de mostrar certa honestidade. Ela é uma mulher poderosa, inteligente, articulada e não à toa despertou o amor do presidente, Fitzgerald Grant III, vivido por Tony Goldwyn (lembra dele em Ghost?).

Na primeira temporada, dá-se um panorama geral de como Olívia resolve os problemas alheios e não é possível saber muito sobre sua vida pessoal, a não ser sua relação com o presidente. Já na segunda temporada, podemos começar a entender melhor como Olivia começou a trabalhar na Casa Branca e, a terceira temporada (que é a que estou no momento), mostra a família de Olívia e os mistérios e dramas que a cercam.

É excelente.

A série foi indicada para alguns prêmios, como EMMY, NAACP (quando Kerry venceu como Melhor Atriz) e Bet Awards, quando ela também venceu na mesma categoria.

► Série: Scandal

► 7 temporadas (2012 – 2018 )

Série do Mês: How To Get Away With Murder

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How To Get Away With Murder é uma das melhores séries que comecei a acompanhar recentemente. Já conhecia a história há bastante tempo, mas só resolvi tirar um tempo para assistir em janeiro e, depois que dei o play no primeiro episódio, não consegui mais parar.

A série americana, que foi criada por Peter Nowalk e tem como produtora executiva Shonda Rhimes, é viciante. Aliás, qual produção de Shonda não é? Essa mulher é mágica (e talvez um pouco louca, vai?). Porque tanta tragédia, gente? E isso não é spoiler, quem já assistiu a qualquer capítulo de Greys Anatomy sabe do que estou falando.

How To Get Away With Murder apresenta a história de uma importante advogada de defesa criminal e também professora universitária. Annalise Keating (Viola Davis), se utiliza de métodos não muito honestos para safar pessoas que cometeram diversos crimes. Como dito, Annalise é professora no curso Direito na Universidade de Middleton e, para auxiliá-la, ela escolhe os cinco estudantes que mais se destacaram no primeiro dia de aula para estagiarem em sua firma. São eles Wes Gibbins (Alfred Enoch), Connor Walsh (Jack Falahee), Michaela Pratt (Aja Naomi King), Laurel Castillo (Karla Souza) e Asher Millstone (Matt McGorry). Mal sabiam eles que suas vidas seriam para sempre alteradas por conta deste bom desempenho. No escritório, Annalise ainda conta com a ajuda de seus fiéis funcionários Frank Delfino (Charlie Weber) e Bonnie Winterbottom, vivida pela atriz Liza Weil, nossa eterna Paris Geller.

Na primeira temporada, Annalise está casada com o psicólogo e professor da mesma Universidade, Sam Keating (Tom Verica). Quando acontece o desaparecimento de uma estudante de Sam, Annalise começa a desconfiar de algumas atitudes do marido. E ela, e seus alunos/estagiários, se vêem envolvidos, involuntariamente (ou nem tanto assim), em uma trama de assassinatos. E os acontecimentos da primeira temporada os perseguirão ao menos até a quarta temporada, que é a que está sendo exibida no momento.

A excelente Viola Davis recebeu o merecido Emmy Awards de melhor atriz em série dramática e foi a primeira atriz afro-americana a conseguir este feito. Que orgulho! A atriz também recebeu indicações no Globo de Ouro e em várias outras premiações. Os atores Alfred Enoch e Aja Naomi King também receberam indicações no NAACP por seu desempenho na série, como melhor ator coadjuvante e melhor atriz coadjuvante em série dramática.

A série ainda foi nomeada como Programa de Televisão do Ano de 2014 pelo American Film Institute e ganhou como Melhor Série Dramática no Image Awards e no GLAAD Awards, em 2015.

Atualmente, estão sendo exibidos os capítulos finais da quarta temporada. E o próximo episódio a ser exibido nos Estados Unidos no dia 1º de março, o 13º da temporada, será um crossover entre How To Get Away With Murder e Scandal, que também conta com a produção da Shondaland, é uma excelente série, lógico. Mas sobre ela eu falarei em um outro momento.

E, só um adendo (ou uma curiosidade, na verdade): o EP que eu mais fiquei sem ar até agora foi o 8º da 4ª temporada. MEU DEUS, que episódio! E ele vai ao ar aqui no Brasil hoje à noite, às 23h, no Canal Sony. #ficaadica

► Série: How To Get Away With Murder

► 4 temporadas (2014 – )

Série do Mês: Bates Motel

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Baseada no filme Psicose, do diretor Alfred Hitchcock, que se baseou no livro Psycho, do escritor  Robert Bloch, Bates Motel conta a história de Norma (Vera Farmiga) e Norman Bates (Freddie Highmore), mãe e filho que vivem várias trágicas histórias, por conta dos problemas mentais de Norman.

A série se inicia no momento em que Norma perde o marido, pai de Norman, e resolve recomeçar a vida em outro lugar. Para isso, resolve comprar um hotel em White Pine Bay, que fica no Estado de Oregon, nos Estados Unidos. Ao lado do hotel, se localizava a casa dos Bates.

A relação entre Norma e Norman é um tanto estranha e, na medida em que os episódios avançam, é possível perceber que a mãe nem sempre está presente nos momentos em que Norman acredita estar com ela. Desculpa, é spoiler, mas, neste caso, quem assistiu ao filme ou leu o livro já sabe bem qual é o fim, ou melhor, quais são as alucinações do psicótico Norman Bates.

A série teve seu último episódio exibido em 2017 e ao todo foram produzidas 5 temporadas. E uma curiosidade da última temporada: num dos episódios é mostrada a história de Marion Crane. Mas, neste surpreendente episódio, todos os expectadores são pegos de surpresa com a inesperada alteração da cena do chuveiro, sem que isso tenha comprometido o enredo. E, neste ep, quem interpreta a Marion é a Rihanna.

É uma série excelente, principalmente para quem gosta de suspense e boas tramas.

Bates Motel

► 5 temporadas (2013 – 2017)

 

 

Melhores 2017: Séries

Então, para finalizar esta lista de melhores, vou listar as principais séries que assisti em 2017. Na verdade, estarão na lista as séries que assisti pela primeira vez neste ano. Teve série que maratonei duas temporadas seguidas, tiveram lançamentos e também segunda temporada. Mas, assim como ocorreram nas outras listas, eu as faço baseadas no meu gosto pessoal, tá bom? Não assisti nem um terço das séries que gostaria em 2017, por isso em 2018 apresentarei o mínimo de uma série por mês, assim eu serei obrigada a conseguir um tempo pra elas, rs. Mais uma vez, nem todas as listadas tiveram texto aqui no blog, mas em breve receberão. E, para além delas, revi algumas temporadas de séries que eu assistia há tempos, mas que algum motivo se perderam pelo caminho. Segue a lista:

•5• Friends From College

 

► •4• 13 Reasons Why

 

► •3• Stranger Things 2

 

•2• The Sinner

 

•1• Sense 8 (1ª e 2ª Temp)

►►Bônus: Bates Motel◄◄

Uma das melhores séries que assisti nos últimos tempos, neste ano nos foi apresentado a última temporada e foi lindo. Em breve terá texto no blog. Mas, para adiantar, assista Psicose.

 

Espero que você tenha gostado da lista. Me conte qual foi sua série preferida em 2017.

Até breve! 🙂

 

 

 

 

Livro: #GIRLBOSS

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Li este livro logo que terminei de assistir a série da Netflix.

A série é muito boa, divertida, dinâmica. Parece que o papel foi escrito para Britt Robertson. É fácil acreditar que ela é a Sophia. E a certeza veio principalmente depois da leitura do livro.

Trata-se, basicamente, de um livro contando como Sophia Amoruso criou, do zero, o site Nasty Gal. À época do lançamento do livro (2014), Sophia ainda era a CEO do site.

A narrativa beira a autoajuda, mas é muito interessante a forma como ela conta sua trajetória. Entre um capítulo e outro, depoimentos de outras mulheres responsáveis por grandes negócios vão aparecendo, o que é muito importante porque, além de reforçar tudo o que Sophia apresenta, nos mostra que é possível alcançar o almejado sucesso, sobretudo financeiro, quando se tem, para além de coragem, conhecimento e disposição.

Abandone qualquer coisa da sua vida e dos seus hábitos que possa estar prendendo você. Aprenda a criar as suas próprias oportunidades(…)A ação favorece a sorte” (p.22).

Para Sophia, Girlboss é toda mulher capaz de “tocar” não são o próprio negócio, mas a própria vida.

Eu, que vivo na corda bamba entre querer um negócio meu e ter um trabalho formal, me senti impulsionada a tentar mais, a sair da zona de conforto e produzir minhas próprias ideias.

O livro é lotado de clichês. Mas, não é à toa que clichês se tornam clichês. É importante que saibamos conhecer nossas potencialidades e reconheçamos nossas fragilidades. Da execução de uma ideia simples ao cuidado com o dinheiro, o livro vai nos apresentando como Sophia se tornou, em 2010, uma das pessoas com menos de 30 anos mais ricas do mundo.

Descubra o que você ama fazer e aquilo que é ótima, depois tente pensar em como viver disso! Não tenha medo” (p.105).

Um trecho interessante do livro, pelo qual me identifiquei, é quando ela fala dos introvertidos, ou daqueles que não se encaixam bem em determinadas situações. Ela diz que grande parte das pessoas e empresas tendem a dar mais valor aos extrovertidos, por parecerem mais inteligentes. Mas nem sempre é assim.

Os introvertidos são naturalmente mais sensíveis porque não precisam de um monte de dopamina, o neurotransmissor da “sensação boa” que o cérebro produz em resposta a estímulos positivos. (…) Os introvertidos também são mais propensos a prestar atenção em detalhes pequenos.” (p. 142-143)

Está aí uma verdade. Sou apegada a detalhes.

Nesta mesma leva ela fala da superestima ao networking. Tenho uma dificuldade gigante em conversar com estranhos, mesmo sendo da mesma área de atuação ou que possa vir a ser um possível parceiro. Não sei jogar conversa fora.

Mas, porque Sophia falaria tanto deste perfil que, aparentemente ou a princípio, podem não sere “percebidos como alguém com potencial de liderança”? Porque, ela conta, só começou a trabalhar com uma loja virtual por não querer contato com pessoas e preferir trabalhar sozinha. E olha onde ela chegou.

Enfim, os ensinamentos que consegui absorver deste livro foram:

  • ter uma boa ideia;
  • saber que você consegue executá-la bem;
  • persistir no caminho, mesmo diante das dificuldades;
  • não focar apenas no faturamento;
  • e, por fim, acreditar que aquilo é um trabalho de verdade.

Foi isso que aprendi com este livro.

Você tem que ter confiança e convicção suficiente para seguir com toda força mesmo se as cosas não derem certo. Para nós, que corremos riscos, é algo inerente ao trabalho. Se falharmos, levantamos e tentamos de novo. Simplesmente fazer é recompensa suficiente.” (p.204)

#Girlboss é um ótimo livro para quem pensa em empreender, ou para quem quer começar qualquer tipo de projeto, não necessariamente financeiro. O livro nos impulsiona. Sophia faz isso muito bem. É como uma mola propulsora. E tem dias, principalmente naqueles que precisamos de coragem, que achamos que nada do que fazemos faz sentido, este livro nos dá a força necessária. E uma das coisas mais importantes que ele trouxe é: não existe fórmula mágica. Cada um tem o seu estilo e absorve as experiências contadas por Amoruso de uma forma. O importante é se conhecer e conhecer suas potencialidades.

Se você estiver sonhando grande, #Girlboss, não desanime se tiver que começar pequeno. Foi o que funcionou para mim” (p. 213).

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Livro: #GIRLBOSS (#GIRLBOSS)

Autora: Sophia Amoruso

Tradutora: Ludimila Hashimoto

Editora: Pensamento-Cultrix Ltda. (1ªed. 2015 | 5ª reimpressão 2017)

***

Adendo um: Assista a série da Netflix, livremente inspirada no livro e que teve a atriz Charlize Theron como produtora executiva.

Adendo dois: Ninguém está livre de ter de recomeçar. Nem a Sophia. Clique e leia o texto.

Série: Sense 8

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Se posso dizer que há um arrependimento em mim, é de ter esperado tando para assistir esta série. Acho que demorei porque tanta gente falava tanta coisa dela que acabei perdendo a vontade. Até que resolvi assisti-la em maio deste ano, assim que saiu a segunda temporada, e me apaixonei por estes oito, principalmente porque descobri que todos nós nascemos no mesmo dia, hahaha.

Sim, hoje, dia oito de agosto, é aniversário dessa galera, por isso o post não poderia ser em outro dia.

Sense 8 é uma série de ficção científica, produzida pela Netflix, e dirigida e roteirizada pelas irmãs Lilly e Lana Wachowski (que também dirigiram e roteirizaram a trilogia Matrix) e do roteirista J. Michael Straczynski. Ela narra a história de oito pessoas, até então desconhecidas: Capheus “Van Damme” Onyongo (1º temp./Aml Ameen, 2ª temp./Toby Onwumere), Kala Dandekar (Tina Desai), Lito Rodriguez (Miguel Ángel Silvestre), Nomi Marks (Jamie Clayton), Riley Blue (Tuppence Middleton), Sun Bak (Bae Doona), Will Gorski (Brian J. Smith), Wolfgang Bogdanow (Max Riemelt).

Estas oito pessoas vivem em países e realidades bem diferentes, até que todos, simultaneamente, tem a visão da morte de uma mulher, a Angélica, que mais tarde todos descobriram foi a responsável pelo “nascimento sensate” de cada um deles. A partir desta visão, eles percebem que estão interligados mentalmente e, a partir daí, começam a se relacionar e a se ajudar, inclusive sentindo e conseguindo se utilizar do conhecimento, linguagem e habilidades dos outros membros do cluster.

Ao descobrir esta “sensibilidade”, eles passam a ser caçados por um misterioso homem chamado Whispers. E em seguida descobrem que existem outros grupos como eles.

Enquanto na primeira temporada são apresentados à eles os dados citados acima, aprofundando e dando foco em cada um deles, mostrando os problemas enfrentados por cada um, na segunda eles estão ainda mais interligados e juntos, em praticamente todas as cenas, do primeiro ao último episódio.

Eu amei as duas temporadas e entrei em desespero quando a Netflix disse que a série seria cancelada sem um fim. – Poxa vida, Netflix, quero ver Kala e Wolfgang em Paris, além do casamento da Nomi com a Amanita, por favor! Aí a Netflix ouviu as preces dos fãs desesperados e resolveu fazer um especial de duas horas, para finalizar a série. O episódio deve ir ao ar em 2018. 🙂

Trailer primeira temporada:

Especial de natal:

Trailer segunda temporada:

Anúncio do episódio especial:

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Série: Sense 8

Direção: Lilly e Lana Wachowski

Exibição: Netflix

Ano de lançamento: 2015